Espiritismo

https://blogoliviaespirita.blogspot.com.br/2016/08/espiritismo-tem-dogmas-o-espiritismo.html



http://www.institutoandreluiz.org/espiritismo.html



O QUE É ESPIRITISMO?



É o conjunto de princípios e leis, revelados pelos Espíritos Superiores, contidos nas obras de Allan Kardec que constituem a Codificação Espírita:



O Livro dos Espíritos,

O Livro dos Médiuns,

O Evangelho segundo o Espiritismo,

O Céu e o Inferno e A Gênese.



“O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal.”



Allan Kardec (O que é o Espiritismo – Preâmbulo)



“O Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido:

conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança.”



Allan Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo

– cap. VI – 4).



O QUE REVELA:

Revela conceitos novos e mais aprofundados a respeito de Deus, do Universo, dos Homens, dos Espíritos e das Leis que regem a vida.
Revela, ainda, o que somos, de onde viemos, para onde vamos, qual o objetivo da nossa existência e qual a razão da dor e do sofrimento.




SUA ABRANGÊNCIA:
Trazendo conceitos novos sobre o homem e tudo o que o cerca, o Espiritismo toca em todas as áreas do conhecimento, das atividades e do comportamento humanos, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.
Pode e deve ser estudado, analisado e praticado em todos os aspectos fundamentais da vida, tais como: científico, filosófico, religioso, ético, moral, educacional, social.




SEUS ENSINOS FUNDAMENTAIS:
Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom.




O Universo é criação de Deus. Abrange todos os seres racionais e irracionais, animados e inanimados, materiais e imateriais.



Além do mundo corporal, habitação dos Espíritos encarnados, que são os homens, existe o mundo espiritual, habitação dos Espíritos desencarnados.



No Universo há outros mundos habitados, com seres de diferentes graus de evolução: iguais, mais evoluídos e menos evoluídos que os homens.
Todas as leis da Natureza são leis divinas, pois que Deus é o seu autor.




Abrangem tanto as leis físicas como as leis morais.
O homem é um Espírito encarnado em um corpo material.




O perispírito é o corpo semimaterial que une o Espírito ao corpo material.



Os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Constituem o mundo dos Espíritos, que preexiste e sobrevive a tudo.
Os Espíritos são criados simples e ignorantes. Evoluem, intelectual e moralmente, passando de uma ordem inferior para outra mais elevada, até a perfeição, onde gozam de inalterável felicidade.




Os Espíritos preservam sua individualidade, antes, durante e depois de cada encarnação.
Os Espíritos reencarnam tantas vezes quantas forem necessárias ao seu próprio aprimoramento.
Os Espíritos evoluem sempre. Em suas múltiplas existências corpóreas podem estacionar, mas nunca regridem. A rapidez do seu progresso intelectual e moral depende dos esforços que façam para chegar à perfeição.


Os Espíritos pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado: Espíritos Puros, que atingiram a perfeição máxima;

Bons Espíritos, nos quais o desejo do bem é o que predomina;

Espíritos Imperfeitos, caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e pelas paixões inferiores.
As relações dos Espíritos com os homens são constantes e sempre existiram.


Os bons Espíritos nos atraem para o bem, sustentam-nos nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação.

Os imperfeitos nos induzem ao erro.



Jesus é o guia e modelo para toda a Humanidade.



E a Doutrina que ensinou e exemplificou é a expressão mais pura da Lei de Deus.

A moral do Cristo, contida no Evangelho, é o roteiro para a evolução segura de todos os homens, e a sua prática é a solução para todos os problemas humanos e o objetivo a ser atingido pela Humanidade.

O homem tem o livre-arbítrio para agir, mas responde pelas conseqüências de suas ações.
A vida futura reserva aos homens penas e gozos compatíveis com o procedimento de respeito ou não à Lei de Deus.




A prece é um ato de adoração a Deus. Está na lei natural e é o resultado de um sentimento inato no homem, assim como é inata a idéia da existência do Criador.
A prece torna melhor o homem. Aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo. é este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.




(Fonte: FEB e SobreSites)






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Kardec diz:


"Conhece-se o verdadeiro espíríta pela sua transformação moral e pelo esforço que emprega para domar suas más inclinações"


Seja Bem Vindo!



"Para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim.

Ou são ramos da mesma árvore majestosa.
Portanto, são todas verdadeiras."

Mahatma Gandhi








quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Morrer é Voltar Para Casa

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Divaldo Franco - Sexo e Obsessão - Links

Boletim Informativo da Federação Espírita do Distrito Federal - Eventos

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Boletim FeDF 

(1:09:11)Palestras Espíritas - vídeo - Sem. Convivência na Casa Espírita

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Sem. Convivência na Casa Espírita, Temas Polêmicos e União em Jesus 3de4 - Nazareno Feitosa - Espiritismo

A Cadeira Vasia

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Ansiedades (8)

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Palestra Divaldo Franco - O Perdão e o Autoperdão - Parte 2

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Nossos Velhos

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

(59:41)Divaldo Franco - O Perdão e o Autoperdão - Parte 1

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Fábio Jr -- Chico Xavier -- Vídeo Oficial

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Prece de Cáritas

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Espiritismo - pps

Espiritismo.pps
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Palestra Espírita com Divaldo Pereira Franco

Horário: 28 outubro 2009 de 20:00 a 22:00
Local: Hospital Dr. Adolfo Bezerra de Menezes
Rua: Osvaldo Aranha, 268 - Jardim Esplanada
Cidade: São José do Rio Preto/SP
Tipo de evento: palestra
 Fonte:
http://amigoespirita.ning.com/xn/detail/2920723:Event:18807?xg_source=activity

Cremação e Espiritismo

Há algum tempo passou no Fantástico um trecho do documentário da BBC sobre a biologia humana. Diz lá que quando a pessoa morre, o cérebro demora até 32 horas horas pra "apagar" seus últimos neurônios. Já as células da pele ainda se dividem por 24 horas. Será que é nisso que se baseia o costume espírita de esperar 72 horas antes de
cremar o corpo?
Emmanuel, no livro O Consolador, psicografado por Chico Xavier, quando lhe perguntam se o Espírito desencarnado pode sofrer com a cremação dos elementos cadavéricos, a resposta é a seguinte: "Na cremação, faz-se mister exercer a caridade com os cadáveres, procrastinando por mais horas o ato de destruição das vísceras materiais, pois, de certo modo, existem sempre muitos ecos de sensibilidade entre o espírito desencarnado e o corpo onde se extinguiu o tonus vital, nas primeiras horas seqüentes ao desenlace, em vista dos fluidos orgânicos que ainda solicitam a alma para as sensações da
 existência material".
Chico Xavier, ao ser indagado no programa Pinga Fogo quanto à cremação de corpos que seria implantada no Brasil, respondeu: "Já ouvimos Emmanuel a esse respeito, e ele diz que a cremação é legítima para todos aqueles que a desejem, desde que haja um período de, pelo menos, 72 horas de expectação para a ocorrência em qualquer forno crematório, o que poderá se verificar com o depósito de despojos humanos em ambiente frio".
Richard Simonetti, em seu trabalho Quem tem Medo da Morte (Gráfica S. João, Bauru, SP), registra que "nos fornos crematórios de São Paulo, espera-se o prazo legal de 24 horas, inobstante o regulamento permitir que o cadáver permaneça na câmara frigorífica pelo tempo que a família desejar", observando que os "Espíritas costumam pedir três dias", mas "há quem peça sete".
Diz-se que, com o desencarne, os laços que unem o corpo físico com o perispírito se desfazem lentamente, a começar pelas extremidades e terminando nos órgãos principais, cérebro e coração. Assim, o desligamento total somente ocorre com o rompimento definitivo do último cordão fluídico que ainda liga ao corpo. Afirmam ainda que se o espírito estiver ligado ao corpo não sofrerá dores, porque o cadáver não transmite sensações ao espírito, mas transmite impressões extremamente desagradáveis, além do trauma decorrente do desligamento violento.
Kardec, na questão 164 de O Livro dos Espíritos, faz a seguinte indagação:
"Todos os Espíritos experimentam, num mesmo grau e pelo mesmo tempo, a perturbação que se segue à separação da alma e do corpo?"
E a resposta dos amigos espirituais é a seguinte:
- "Não, pois isso depende da sua elevação. Aquele que já está depurado se reconhece quase imediatamente, porque se desprendeu da matéria durante a vida corpórea, enquanto que o homem carnal, cuja consciência não é pura, conserva por muito mais tempo a impressão da matéria.“
Sócrates (o filósofo) respondia com justeza aos seus amigos que lhe perguntavam como ele queria ser enterrado:
"Enterrai-me como quiserdes, se puderdes ... 
 
PAZ E LUZ!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Abertas inscrições para o XIV CONECE


http://blog.opovo.com.br/conexaoespirita/abertas-inscricoes-para-o-xiv-conece/


FEB - Boletim Eletrônico - Outubro 2010

Outubro| 2010                   Segunda quinzena
Semana de Arte Espírita do Estado de São Paulo
A arte espírita terá destaque de 16 a 24 de outubro, em São Paulo. A Associação Brasileira de Artistas Espíritas e a União das Sociedades Espíritas – Distrital de Jabaquara promovem a Semana de Arte Espírita do Estado, na capital paulista. Com oficinas, apresentações de dança contemporânea, teatro, poesia, cordel, música, contará, ainda, com uma exposição de artes plásticas. O evento se insere no programa da Semana Nacional de Arte Espírita, da ABRARTE e que ocorre em vários estados. Confira a lista completa em  www.abrarte.org.br
Direito e Espiritismo em foco
Com data confirmada para os dias 22 e 23 de outubro, a Associação Jurídico-Espírita do Estado de São Paulo realizará o I Congresso Jurídico-Espírita do Estado de São Paulo (CONJURESP) nos dias 22 e 23 de outubro.  mais [+]
Centro cinquentenário em Brasília
Em comemoração aos 50 anos de fundação do Grêmio Espírita Atualpa Barbosa Lima, palestras e momentos musicais farão parte da programação da Casa no mês de outubro.  mais [+]
TV CEI impulsiona a divulgação espírita
A Web TV do Conselho Espírita Internacional, a TVCEI, possui uma diversidade de programas diários com 24 horas no ar!  mais [+]
Reunião anual na FEB
Nos dias 5, 6 e 7 de novembro ocorrerá na sede da FEB a reunião ordinária do Conselho Federativo Nacional, integrado pelos representantes das 27 Entidades Federativas Estaduais contando, ainda, com a presença das Entidades Especializadas de Âmbito Nacional.  mais [+]
Centro de Sabará comemora 70 anos
Uma programação de palestras durante o mês de outubro comemora os 70 anos da Agremiação Espírita "Casa do Caminho", de Sabará (MG).  mais [+]
Espiritismo em cenário internacional
Após o encerramento do 6º. Congresso Espírita Mundial (realizado na Espanha de 10 a 12 de outubro) e das Reuniões do Conselho Espírita Internacional, o presidente da FEB e secretário-geral do CEI, Nestor João Masotti e o diretor das duas instituições, Antonio Cesar Perri de Carvalho cumprem programas doutrinários, respectivamente, em Winthertur (Suíça) e em roteiro da União Espírita Italiana.  mais [+]



Leia a sinopse.

sábado, 16 de outubro de 2010

Palestras Raul Teixeira

http://www.4shared.com/audio/GQggp4j_/Raul_Teixeira_-_O_Carter_Conso.htm?aff=7637829

http://www.filestube.com/source.html?url=http://grupoacaminhodaluz.blogspot.com/2009/06/raul-teixeiraa-lei-da-reencarnacao.html

Junior Vidal - Para o Amigo

O retorno do Apóstolo Chico Xavier




Quando mergulhou no corpo físico, para o ministério que deveria desenvolver, tudo eram expectativas e promessas.
Aquinhoado com incomum patrimônio de bênçãos, especialmente na área da mediunidade, Mensageiros da Luz prometeram inspirá-lo e ampará-lo durante todo o tempo em que se encontrasse na trajetória física, advertindo-o dos perigos da travessia no mar encapelado das paixões, bem como das lutas que deveria travar para alcançar o porto de segurança.
Orfandade, perseguições rudes na infância, solidão e amargura estabeleceram o cerco que lhe poderia ter dificultado o avanço, porém, as providências superiores auxiliaram-no a vencer esses desafios mais rudes e a crescer interiormente no rumo do objetivo de iluminação.
Adversários do ontem que se haviam reencarnado também, crivaram-no de aflições e de crueldade durante toda a existência orgânica, mas ele conseguiu amá-los, jamais devolvendo as mesmas farpas, os espículos e o mal que lhe dirigiam.
Experimentou abandono e descrédito, necessidades de toda ordem, tentações incontáveis que lhe rondaram os passos ameaçando-lhe a integridade moral, mas não cedeu ao dinheiro, ao sexo, às projeções enganosas da sociedade, nem aos sentimentos vis.
Sempre se manteve em clima de harmonia, sintonizado com as Fontes Geradoras da Vida, de onde hauria coragem e forças para não desfalecer.
Trabalhando infatigavelmente, alargou o campo da solidariedade, e acendendo o archote da fé racional que distendia através dos incomuns testemunhos mediúnicos, iluminou vidas que se tornaram faróis e amparo para outras tantas existências.
Nunca se exaltou e jamais se entregou ao desânimo, nem mesmo quando sob o metralhar de perversas acusações, permanecendo fiel ao dever, sem apresentar defesas pessoais ou justificativas para os seus atos.
Lentamente, pelo exemplo, pela probidade e pelo esforço de herói cristão, sensibilizou o povo e os seus líderes, que passaram a amá-lo; tornou-se parâmetro do comportamento, transformando-se em pessoa de referência para as informações seguras sobre o Mundo Espiritual e os fenômenos da mediunidade.
Sua palavra doce e ungida de bondade sempre soava ensinando, direcionando e encaminhando as pessoas que o buscavam para a senda do Bem.
Em contínuo contato com o seu Anjo tutelar, nunca o decepcionou, extraviando-se na estrada do dever, mantendo disciplina e fidelidade ao compromisso assumido.
Abandonado por uns e por outros, afetos e amigos, conhecidos ou não, jamais deixou de realizar o seu compromisso para com a vida, nunca desertando das suas tarefas.
As enfermidades minaram-lhe as energias, mas ele as renovava através da oração e do exercício intérmino da caridade.
A claridade dos olhos diminuiu até quase apagar-se, no entanto a visão interior tornou-se mais poderosa para penetrar nos arcanos da Espiritualidade.
Nunca se escusou a ajudar, mas nunca deu trabalho a ninguém.
Seus silêncios homéricos falaram mais alto do que as discussões perturbadoras e os debates insensatos que aconteciam à sua volta e longe dele, sobre a doutrina que esposava e os seus sublimes ensinamentos.
Tornou-se a maior antena parapsíquica do seu tempo, conseguindo viajar fora do corpo, quando parcialmente desdobrado pelo sono natural, assim como penetrar em mentes e corações para melhor ajudá-los, tanto quanto tornando-se maleável aos Espíritos que o utilizaram por quase setenta e cinco anos de devotamento e de renúncia na mediunidade luminosa.
Por isso mesmo, o seu foi mediunato incomparável.
...E ao desencarnar, suave e docemente, permitindo que o corpo se aquietasse, ascendeu nos rumos do Infinito, sendo recebido por Jesus, que o acolheu com a Sua bondade, asseverando-lhe:
- Descansa, por um pouco, meu filho, a fim de esqueceres as tristezas da Terra e desfrutares das inefáveis alegrias do Reino dos Céus.

Joanna de Ângelis
Mensagem psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, no dia 27.07.2002, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.
Em 10.05.2010.

 

RELIGIÃO UMBANDA “A maior de todas as ignorâncias é rejeitar uma coisa sobre a qual você nada sabe." (H. Jackson Brownk)


Nenhum mistério resiste à fragilidade da luz.Conhecer a Umbanda é conhecer a simplicidade do Universo.

  A Umbanda crê num Ser Supremo, o Deus único criador de todas as religiões monoteístas. Os Sete Orixas são emanações da Divindade, como todos os seres criados.

O propósito maior dos seres criados é a Evolução, o progresso rumo à Luz Divina. Isso se dá por meio das vidas sucessivas, a Lei da Reencarnação, o caminho do aperfeiçoamento.

Existe uma Lei de Justiça Universal que determina, a cada um, colher o fruto de suas ações, e que é conhecida como Lei de Ação e Reação.

A Umbanda se rege pela Lei da Fraternidade Universal: todos os seres são irmãos por terem a mesma origem, e a cada um devemos fazer o que gostaríamos que a nós fosse feito.

A Umbanda possui uma identidade própria e não se confunde com outras religiões ou cultos, embora a todos respeite fraternalmente, partilhando alguns princípios com muitos deles

A Umbanda está a serviço da Lei Divina, e só visa ao Bem. Qualquer ação que não respeite o livre-arbítrio das criaturas, que implique em malefício ou prejuízo de alguém, ou se utilize de magia negativa, não é Umbanda.

A Umbanda não realiza, em qualquer hipótese, o sacrifício ritualístico de animais, nem utiliza quaisquer elementos destes em ritos, oferendas ou trabalhos.

A Umbanda não preceitua a colocação de despachos ou oferendas em esquinas urbanas, e sua reverência às Forcas da Natureza implica em preservação e respeito a todos os ambientes naturais da Terra.

Todo o serviço da Umbanda é de caridade, jamais cobrando ou aceitando retribuição de qualquer espécie por atendimento, consultas ou trabalhos mediúnicos. Quem cobra por serviço espiritual não é umbandista.

"Tudo melhora por fora para quem cresce por dentro."


Xangô morreu com seu livro de justiça, sentado numa pedra...
Quem deve paga, quem merece recebe...


Palestras do 6º Congresso Mundial de Espiritismo

 vídeos de palestras
http://dalhemongo.com/palestras-do-6%C2%BA-congresso-mundial-de-espiritismo

Morreram e voltaram para contar

Quando a gente diz que a vida continua depois da morte, há quem diga que isso não é verdade porque nunca ninguém, depois de morto, voltou para contar. Por isso, escrevi um livro para confortar, principalmente, os que perderam seus entes queridos, provando que milhares de desencarnados voltaram para dizer o que aconteceu com eles depois da morte, além de mostrar suas vidas nas Colônias Espirituais, como apresentado no filme “Nosso Lar”.Leia a notícia acessando o linque:
http://extra.globo.com/geral/religiaoefe/gersonmonteiro/posts/2010/10/14/morreram-voltaram-para-contar-332618.asp

Megalivros


quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Aconteceu em Paris André (Espírito)/Mauren R. M. Wetzstein




Aconteceu em Paris
André (Espírito)/Mauren R. M. Wetzstein
Esta obra ambientada em Paris, século XVIII, trata de assuntos como magnetismo, culpa, solidão, preconceitos, etc.. Com uma abordagem envolvente e ricamente doutrinária, a história de André de Soissons nos permite adentrar em temas como livre-arbítrio, lei de causa e efeito, imortalidade e reencarnação. Até que ponto um homem pode se elevar acima das misérias humanas? Descubra nessa instigante narrativa!
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A ação mais importante

  Um dia, um advogado famoso foi entrevistado. Entre tantas questões, lhe perguntaram o que de mais importante fizera em sua vida.

No momento, ele falou a respeito do seu trabalho com celebridades.

Mais tarde, penetrando as profundezas de suas recordações, relatou: O mais importante que já fiz em minha vida ocorreu no dia 8 de outubro de 1990.

Estava jogando golfe com um ex-colega e amigo que há muito não via.

Conversávamos a respeito do que acontecia na vida de cada um. Ele contou-me que sua esposa acabara de ter um bebê.

Estávamos ainda jogando, quando o pai do meu amigo chegou e lhe disse que o bebê tivera um problema respiratório e fora levado às pressas ao hospital.

Apressado, largando tudo, meu amigo entrou no carro de seu pai e se foi.

Fiquei ali, sem saber o que deveria fazer. Seguir meu amigo ao hospital? Mas eu não poderia auxiliar em nada a criança, que estaria muito bem cuidada por médicos e enfermeiras.

Nada havia que eu pudesse fazer para mudar a situação.

Ir até o hospital e oferecer meu apoio moral? Talvez. Contudo, tanto meu amigo como a sua esposa tinham famílias numerosas.

Sem dúvida, eles estariam rodeados de familiares e de muitos amigos a lhes oferecer apoio e conforto, acontecesse o que fosse.

A única coisa que eu iria fazer no hospital era atrapalhar. Decidi que iria para minha casa.

Quando dei a partida no carro, percebi que o meu amigo havia deixado o seu veículo aberto. E com as chaves na ignição, estacionado junto às quadras de tênis.

Decidi, então, fechar o seu carro e levar as chaves até o hospital.

Como imaginara, a sala de espera estava repleta de familiares. Entrei sem fazer ruído e fiquei parado à porta.

Não sabia se deveria entregar as chaves ou conversar com meu amigo.

Nisso, um médico chegou, se aproximou do casal e comunicou a morte do bebê. Eles se abraçaram, chorando.

O médico lhes perguntou se desejariam ficar alguns instantes com a criança.

Eles ficaram de pé e se encaminharam para a porta. Ao me ver, aquela mãe me abraçou e começou a chorar.

Meu amigo se refugiou em meus braços e me disse: "Muito obrigado por estar aqui!"

Durante o resto da manhã, fiquei sentado na sala de emergências do hospital, vendo meu amigo e sua esposa segurando seu bebê, e se despedindo dele.

Isso foi o mais importante que já fiz na minha vida!

* * *

A vida pode mudar em um instante.

Podemos fazer planos e imaginar nosso futuro. Mas ao acordarmos pela manhã, esquecemos que esse futuro pode se alterar em um piscar de olhos.

Esquecemos que podemos perder o emprego, sofrer uma doença, cruzar com um motorista embriagado e outras mil coisas. Por isso, entre as tantas coisas que nos tomam as horas todos os dias, não esqueçamos de eleger um tempo para umas férias, passar um dia festivo com a família.

Uma hora para estar com as crianças, ler para elas, participar de uma festa na escola.

E, naturalmente, guardar um tempo para cultivar amizades.

A Vida de Cairbar - Resumo Biográfico

  A Vida de Cairbar    

Cairbar Schutel nasceu no Rio de Janeiro a 22 de setembro de 1868. Era filho de Antero de Souza Schutel e de D. Rita Tavares Schutel. Frequentou o Colégio D. Pedro II. No Rio praticou em diversas farmácias e aos 17 anos veio para o Estado de São Paulo...

continue lendo no site:
http://www.oclarim.com.br/?id=2

OS NOBRES OBJETIVOS DO ESPIRITISMO

 Notícias do Movimento Espírita
ACESSE:

Espiritismo para todos: O Espiritismo nos Tribunais

Espiritismo para todos: O Espiritismo nos Tribunais: "Sob a justificativa de tornar a Justiça “mais sensível às questões humanitárias” e discutir questões morais como aborto, eutanásia, pena...("http://espiritismoparatodos.blogspot.com/search/label/Not%C3%ADcias%20do%20movimento%20esp%C3%ADrita)

O REVOLUCIONÁRIO SINCERO



No curso das elucidações domésticas, Judas conversava, entusiástico, sobre as anomalias na governança do povo, e, exaltado, dizia das probabilidades de revolução em Jerusalém, quando o Senhor comentou, muito calmo: — Um rei antigo era considerado cruel pelo povo de sua pátria, a tal ponto que o principal dos profetas do reino foi convidado a chefiar uma rebelião de grande alcance, que o arrancasse do Trono.

O profeta não acreditou, de início, nas denúncias populares, mas a multidão insistia.

“O rei era duro de coração, era mau senhor, perseguia, usurpava e flagelava os vassalos em todas as direções” — clamava-se desabridamente.

Foi assim que o condutor de boa-fé se inflamou, igualmente, e aceitou a idéia de uma revolução por único remédio natural e, por isso, articulou-a em silêncio, com algumas centenas de companheiros decididos e corajosos.

Na véspera do cometimento, contudo, como possuía segura confiança em Deus, subiu ao topo dum monte e rogou a assistência divina com tamanho fervor que um Anjo das Alturas lhe foi enviado para confabulação de espírito a espírito.

À frente do emissário sublime, o profeta acusou o soberano, asseverando quanto sabia de oitiva e suplicando aprovação celeste ao plano de revolta renovadora.

O mensageiro anotou-lhe a sinceridade, escutou-o com paciência e esclareceu: — “Em nome do Supremo Senhor, o projeto ficará aprovado, com uma condição. Conviverás com o rei, durante cem dias consecutivos, em seu próprio palácio, na posição de servo humilde e fiel, e, findo esse tempo, se a tua consciência perseverar no mesmo propósito, então lhe destruirás o trono, com o nosso apoio.” O chefe honesto aceitou a proposta e cumpriu a determinação.

Simples e sincero, dirigiu-se à casa real, onde sempre havia acesso aos trabalhos de limpeza e situou-se na função de apagado servidor; no entanto, tão logo se colocou a serviço do monarca, reparou que ele nunca dispunha de tempo para as menores obrigações alusivas ao gosto de viver.

Levantava-se rodeado de conselheiros e ministros impertinentes, era atormentado por centenas de reclamações de hora em hora.

Na qualidade de pai, era privado da ternura dos filhos; na condição de esposo, vivia distante da companheira.

Além disso, era obrigado, freqüentemente, a perder o equilíbrio da saúde física, em vista de banquetes e cerimônias, excessivamente repetidos, nos quais era compelido a ouvir toda a sorte de mentiras da boca de súditos bajuladores e ingratos.

Nunca dormia, nem se alimentava em horas certas e, onde estivesse, era constrangido a vigiar as próprias palavras, sendo vedada ao seu espírito qualquer expressão mais demorada de vida que não fosse o artifício a sufocar-lhe o coração.

O orientador da massa popular reconheceu que o imperante mais se assemelhava a um escravo, duramente condenado a servir sem repouso, em plena solidão espiritual, porquanto o rei não gozava nem mesmo a facilidade de cultivar a comunhão com Deus, por intermédio da prece comum.

Findo o prazo estabelecido, o profeta, radicalmente transformado, regressou ao monte para atender ao compromisso assumido, e, notando que o Anjo lhe aparecia, no curso das orações, implorou-lhe misericórdia para o rei, de quem ele agora se compadecia sinceramente.

Em seguida, congregou o povo e notificou a todos os companheiros de ideal que o soberano era, talvez, o homem mais torturado em todo o reino e que, ao invés da suspirada insubmissão, competia-lhes, a cada um, maior entendimento e mais trabalho construtivo, no lugar que lhes era próprio dentro do país, a fim de que o monarca, de si mesmo tão escravizado e tão desditoso, pudesse cumprir sem desastres a elevada missão de que fora investido.

E, assim, a rebeldia foi convertida em compreensão e serviço.

Judas, desapontado, parecia ensaiar alguma ponderação irreverente, mas o Mestre Divino antecipou-se a ele, falando, incisivo: — "A revolução é sempre o engano trágico daqueles que desejam arrebatar a outrem o cetro do governo.
Quando cada servidor entende o dever que lhe cabe no plano da vida, não há disposição para a indisciplina, nem tempo para a insubmissão".



pelo Espírito Neio Lúcio - Do livro: Jesus no Lar, Médium: Francisco Cândido Xavier.

DE LÁ PRÁ CÁ



Ninguém julgue que a morte represente salvo-conduto para a beatitude celeste.

Muitas existências em que o programa do bem padece frustração pela nossa rebeldia ou indiferença somente recolhem, depois do túmulo, a aflitiva purgação de nossos erros deliberados.

O inferno mental estabelecido por nós, dentro de nossas próprias almas, exige-nos o retorno à matéria densa para que as chamas do remorso ou do arrependimento se apaguem ao contato de novas lutas . . .

Aqui, é o usuário que deseja desvencilhar-se da obsessão do ouro usando a túnica da pobreza.

Ali, é o tirano que se propõe a aprender humildade nas linhas do anonimato e da angústia.

Mais além, é o delinqüente que suspira por reencontrar as vítimas de omtem a fim de resgatar os débitos contraídos.

Na conquista, porém, do recomeço, é indispensável se esforcem com devotamento e renúncia, por alcançar a reencarnação que os investirá na posse da oportunidade pretendida.

Para isso, empenha-se em rasgos de sacrifício, plantando entre os encarnados a bênção da simpatia, o indispensável passaporte para a estação do lar humano, em que se renovarão, à frente do progresso.

Eis porque, a experiência na Terra não representa mera aventura da alma e sim precioso tempo de aprendizado e serviço que não devemos menosprezar.

Pela instrumentalidade do Plano Físico, reaproximamo-nos de antigas dificuldades ou de passados desafetos para que a obra do amor se reajuste e se consolide, conosco e junto de nós.

Não menoscabes o ensejo de elevação que a atualidade te confere.

A máquina fisiológica em que provisoriamente estagias pode ser uma escada para a esfera superior ou declive sutil para regiões expiatórias, dependendo de ti fazê-la degrau para a luz ou novo salto ao despenhadeiro da sombra.

Valoriza a existência terrestre e caminha para diante, convertendo a luta redentora em recursos de ascensão.

Recorda que o tempo é o mordomo fiel da vida e se a Bondade do Senhor ter concedeu para hoje a riquesa do corpo físico, a justiça dEle mesmo, espera-te, amanhã, para a conta imprescindível.



pelo Espírito Emmanuel - Do livro: Atenção, Médium: Francisco Cândido Xavier.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Aborto Criminoso

- Reconhecendo-se que os crimes do aborto provocada criminosamente surgem, em esmagadora maioria, nas classes mais responsáveis da comunidade terrestre, como identificar o trabalho expiatório que lhes diz respeito, se passam quase totalmente despercebidas da justiça humana?

Temos no Plano Terrestre cada povo com o seu código penal apropriado à evolução em que se encontra; mas, considerando o Universo em sua totalidade como Reino Divino, vamos encontrar o Bem do Criador para todas as criaturas, como Lei básica, cujas transgressões deliberadas são corrigidas no próprio infrator, com o objetivo natural de conseguir-se, em cada círculo de trabalho no Campo Cósmico, o máximo de equilíbrio o com respeito máximo aos direitos alheios, dentro da mínima pena.
Atendendo-se, no entanto, a que a Justiça Perfeita se eleva, indefectível, sobre o Perfeito Amor, no hausto de Deus "em nos que movemos e existimos", toda reparação, perante a Lei básica a que nos reportamos, se realiza em termos de vida eterna e não segundo a vida fragmentária que conhecemos na encarnação humana, porqüanto, uma existência pode estar repleta de acertos e desacertos, méritos e deméritos e a Misericórdia do Senhor preceitua, não que o delinqüente seja flagelado, com extensão indiscriminada de dor expiatória, o que seria volúpia de castigar nos tribunais do destino, invariavelmente regidos pela Eqüidade Soberana, mas sim que o mal seja suprimido de suas vítimas, com a possível redução do sofrimento.
Desse modo, segundo o princípio universal do Direito Cósmico a expressar-se, claro, no ensinamento de Jesus que manda conferir "a cada um de acordo com as próprias obras", arquivamos em nós as raízes do mal que acalentamos para extirpá-las à custa do esforço próprio, em companhia daqueles que se no afinem à faixa de culpa, com os quais, perante a Justiça Eterna, os nossos débitos jazem associados.
Em face de semelhantes fundamentos, certa romagem na carne, entremeada de créditos e dívidas, pode terminar com aparências de regularidade irrepreensível para a alma que desencarna, sob o apreço dos que lhe comungam a experiência, seguindo-se de outra em que essa mesma criatura assuma a empreitada do resgate próprio, suportando nos ombros as conseqüências das culpas contraídas diante de Deus e de si mesma, a fim de reabilitar-se ante a Harmonia Divina, caminhando, assim, transitoriamente, ao lado de Espíritos incursos em regeneração da mesma espécie.
É dessa forma que a mulher e o homem, acumpliciados nas ocorrências do aborto delituoso, mas principalmente a mulher, cujo grau de responsabilidade nas faltas dessa natureza é muito maior, à frente da vida que ela prometeu honrar com nobreza, na maternidade sublime, desajustam as energias psicossomáticas, com mais penetrante desequilíbrio do centro genésico, implantando nos tecidos da própria alma a sementeira de males que frutescerão, mais tarde, em regime de produção a tempo certo. Isso ocorre não somente porque o remorso se lhes entranhe no ser, à feição de víbora magnética, mas também porque assimilam, inevitavelmente, as vibrações de angústia e desespero e, por vezes, de revolta e vingança dos Espíritos que a Lei lhes reservara para filhos do próprio sangue, na obra de restauração do destino.
No homem, o resultado dessas ações aparece, quase sempre, em existência imediata àquela na qual se envolveu em compromissos desse jaez, na forma de moléstias testiculares, disendocrinias diversas, distúrbios mentais, com evidente obsessão por parte de forças invisíveis emanadas de entidades retardatárias que ainda encontram dificuldade para exculpar-lhes a deserção.
Nas mulheres, as derivações surgem extremamente mais graves. O aborto provocado, sem necessidade terapêutica, revela-se matematicamente seguido por choques traumáticos no corpo espiritual, tantas vezes quantas se repetir o delito de lesa-maternidade, mergulhando as mulheres que o perpetram em angústias indefiníveis, além da morte, de vez que, por mais extensas se lhes façam as gratificações e os obséquios dos Espíritos Amigos e Benfeitores que lhes recordam as qualidades elogiáveis, mais se sentem diminuídas moralmente em si mesmas, com o centro genésico desordenado e infeliz, assim como alguém indebitamente admitido num festim brilhante, carregando uma chaga que a todo instante se denuncia.
Dessarte, ressurgem na vida física, externando gradativamente, na tessitura celular de que se revestem, a disfunção que podemos nomear como sendo a miopraxia do centro genésico atonizado, padecendo, logo que reconduzidas ao curso da maternidade terrestre, as toxemias da gestação. Dilapidado o equilíbrio do centro referido, as células ciliadas, mucíparas e intercalares não dispõem da força precisa na mucosa tubária para a condução do óvulo na trajetória endossalpingeana, nem para alimentá-lo no impulso da migração por deficiência hormonal do ovário, determinando não apenas os fenômenos da prenhez ectópica ou localização heterotópica do ovo, mas também certas síndromes hemorrágicos de suma importância, decorrentes da nidação do ovo fora do endométrio ortotópico, ainda mesmo quando já esteja acomodado na concha uterina, trazendo habitualmente os embaraços da placentação baixa ou a placenta prévia hemorragipara que constituem, na parturição, verdadeiro suplício para as mulheres portadoras do órgão germinal em desajuste.
Enqüadradas na arritmia do centro genésico, outras alterações orgânicas aparecem, flagelando a vida feminina como sejam o descolamento da placenta eutópica, por hiperatividade histolítica da vilosidade corial; a hipocinesia uterina, favorecendo a germicultura do estreptococo ou do gonococo, depois das crises endometríticas puerperais; a salpingite tubercuksa; a degeneração cística do córto; a salpingooforite, em que o edema e o exsudato fibrinoso provocam a aderência das pregas da mucosa tubária, preparando campo propício às grandes inflamações anexiais, em que o ovário e a trompa experimentam a formação de tumores purulentos que os identificam no mesmo processo de desagregação; os síndromes circulatórios da gravidez aparentemente normal, quando a mulher, no pretérito, viciou também o centro cardíaco, em conseqüência do aborto calculado e seguido por disritmia das forças psicossomáticas que regulam o eixo elétrico do coração, ressentindo-se, como resultado, na nova encarnação e em pleno surto de gravidez, da miopraxia do aparelho cardiovascular, com aumento da carga plasmática na corrente sangüínea, por deficiência no orçamento hormonal, daí resultando graves problemas da cardiopatia conseqüente.
Temos ainda a considerar que a mulher sintonizada com os deveres da maternidade na primeira ou, às vezes, até na segunda gestação, quando descamba para o aborto criminoso, na geração dos filhos posteriores, inocula automaticamente no centro genésico e no centro esplênico do corpo espiritual as causas sutis de desequilíbrio recôndito, a se lhe evidenciarem na existência próxima pela vasta acumulação do antígeno que lhe imporá as divergências sangüíneas com que asfixia, gradativamente, através da hemólise, o rebento de amor que alberga carinhosamente no próprio seio, a partir da segunda ou terceira gestação, porque as enfermidades do corpo humano, como reflexos das depressões profundas da alma, ocorrem dentro de justos períodos etários.
Além dos sintomas que abordamos em sintética digressão na etiopatogenia das moléstias do órgão genital da mulher, surpreenderemos largo capítulo a ponderar no campo nervoso, à face da hiperexcitação do centro cerebral, com inquietantes modificações da personalidade, a ralarem, muitas vezes, no martirológio da obsessão, devendo-se ainda salientar o caráter doloroso dos efeitos espirituais do aborto criminoso, para os ginecologistas e obstetras delinqüentes.
- Para melhorar a própria situação, que deve fazer a mulher que se reconhece, na atualidade, com dívidas no aborto provocado, antecipando-se, desde agora, no trabalho da sua própria melhoria moral, antes que a próxima existência lhe imponha as aflições regenerativas?
- Sabemos que é possível renovar o destino todos os dias.
Quem ontem abandonou os próprios filhos pode hoje afeiçoar-se aos filhos alheios, necessitados de carinho e abnegação.
O próprio Evangelho do Senhor, na palavra do Apóstolo Pedro, advertenos quanto à necessidade de cultivarmos ardente caridade uns para com os outros, porque a caridade cobre a multidão de nossos males (1a. Epístola à Pedro, capítulo 4, versículo 8).


Xavier, Francisco Cândido e Vieira Waldo. Da obra: Evolução em Dois Mundos. Ditado pelo Espírito André Luiz. Capítulo 34.

* * * Estude Kardec * * *

sábado, 9 de outubro de 2010

Palestra A Alma e o Pensamento

Palestra A Alma e o Pensamento

Descontrôle

Naquele dia de sol, Mário chegou feliz e estacionou o reluzente caminhão em frente à porta de sua casa. Após 20 anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguiu.
 
Comprou um caminhão. Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisição. A partir de agora, seria seu próprio patrão.
 
Ao chegar próximo do caminhão, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho de apenas 6 anos estava martelando alegremente a lataria do caminhão.
 
Irritado e aos berros, ele investiu contra o filho.
 
Tomou o martelo das mãos dele e, totalmente fora de controle, martelou as mãozinhas do garoto.
 
Sem entender o que estava acontecendo, o menino se pôs a chorar de dor, enquanto a mãe interferiu e retirou o pequeno da cena.
 
Na seqüência, ela trouxe o marido de volta à realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer curativos.
 
O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas frágeis mãozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para cirurgia imediata.
 
Passadas várias horas, o cirurgião veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacerações tinham sido de grande extensão e os dedinhos tiveram que ser amputados.
 
De resto, falou o médico, a criança era forte e tinha resistido bem ao ato cirúrgico. Os pais poderiam aguarda-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.
 
Com um aperto no coração, os pais esperaram que a criança despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai o menino abriu um sorriso e falou:
 
"Papai, me desculpe, eu só queria consertar o seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo."
 
O pai, com lágrimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que não tinha importância o que ele havia feito.
 
Mesmo porque, a lataria do caminhão nem tinha sido estragada.
 
O menino insistiu: "quer dizer que não está mais bravo comigo?"
 
"Não, mesmo", falou o pai.
 
"Então", perguntou o garoto, "se estou perdoado, quando é que meus dedinhos vão nascer de novo?"
 

***
 
Toda vez que perdemos a calma, perdemos também a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.
 
E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuca-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.
 
E, em se tratando de crianças, que são frágeis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.
 
Jamais nos permitamos a ira, que é sempre má companhia. Domemos as nossas más tendências e nossos impulsos agressivos, recordando que nada na vida é mais precioso do que as pessoas.
 
As coisas que possamos adquirir nos servirão por algum tempo, mas, somente os nossos amores estarão conosco sempre, não importando o local ou as condições que venhamos a nos encontrar.
 
Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que são os sóis das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifestações do amor.


ESPECIAL:


Nosso Lar


de R$ 25,00
por R$ 22,00
Equipe Redação do Momento Espírita, a partir de texto intitulado não vale chorar, de autoria desconhecida da equipe.
Fonte:
http://www.reflexao.com.br/
Índice das Mensagens de Momentos de Reflexão

Palestras Divaldo Pereira Franco


divaldo pereira franco  )

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

A MAIOR FUNÇÃO DO ESPIRITISMO


A doutrina Espírita, grande e bela através de quaisquer de seus aspectos, sua maior e mais bela diretriz não é outra senão a educacional.

Curar enfermos da alma e do corpo é grande. E o Espiritismo realiza-o, integrando esta ordem incisiva do Divino Mestre: "Em meu nome, expelirão demônios (curas de obsidiados); porão as mãos sobre os enfermos e os curarão". (Marcos XVI-17-18).

 Realizar obras de assistência social que amparem enfermos, crianças e velhos abandonados, desvalidos de toda sorte, é grande e belo, além de constituir parte daquelas obras pelas quais seremos julgados.

 Demonstrar prodígios de toda ordem, que possam abalar a resistência da incredulidade letrada e endurecida, (e em meu nome, —diz o Cristo—falarão outras línguas, pegarão em serpentes; se beberem qualquer cousa mortífera, não Ihes fará mal algum (Mar. XV1, 17 e 18) é de suma importância.

 Entrar no contato com os "mortos", afim de aprender as verdades que vão felicitar os vivos, é maravilhoso.

 Sua verdadeira obra, porém, é a da educação, é a do ensino dos Evangelhos em espírito e verdade. Ensino e educação que nos ponham na posse da justiça de Deus, para recebermos tudo o mais de acréscimo. Quem, assim, por meio dessa educação, formou seu espírito, será espírito que, de futuro, dispensará asilo de mendicidade e manicômios, a esmola do pão, da água e do abrigo, sobre estar livre de obsessões e viver no conhecimento e nas graças de todos os prodígios que vimos. recebendo tudo de acréscimo, recebeu, implicitamente, as defesas e os poderes de que carece.

 O Espiritismo feito o próprio Cristianismo restaurado, e os espiritistas, consequentemente, como os cristãos novos, tal como vão apregoando, por ai a fora, os espíritos de luz, o que tem a fazer são as mesmas obras e seguir os mesmos exemplos do cristianismo, e dos cristãos primitivos, e dos apóstolos. E a estes, despachou o Cristo para a Vida, deste jeito:—Ide e pregai, dizendo—: ''É chegado o reino dos Céus. Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios, de graça recebestes, de graça dai", como está em Mateus (X, 7 ) e E enviou-os (aos discípulos) a pregar o reino de Deus e a curar os enfermos, afirma Lucas (IX, 2). Saindo eles, pregavam que se arrependessem, e expulsassem demônios, e curassem enfermos, diz-nos Marcos, (VI 12 e 13).

Como vemos, a pregação, que é a educação, que é o ensino, em primeiro lugar. Depois, então, a cura de enfermos, e outras atividades doutrinarias...

 Um confrade houve em New  York, que lançou, há coisa de um lustro, pelos jornais doutrinários norte-americanos, este apelo aos espiritistas: "Menos Centros Espiritas e mais Escolas".

 Menos centros, na verdade, de espiritismo, desde que tais centros só se preocupem, sem nenhuma finalidade cristã-educativa que beneficie a humanidade, com as comunicações de espíritos, com esse espiritismo pratico que, nem por mais agradar geralmente, deixa de estar eriçado de tais dificuldades que, por vezes,  pode ser tudo, menos espiritismo, servindo, ainda, para dificultar a marcha da Doutrina. É, aliás, o que nos diz Allan Kardec: "O Espiritismo experi mental está cercado de muito mais dificuldades do que se acredita geralmente, e os escolhos que ai se encontram são numerosos; é o que produz tanta decepção nos que dele se ocupam sem terem a experiência e os conhecimentos necessários. "

Conhecimentos e experiências necessárias, escolhos afastados e dificuldades vencidas, ainda por obra e graça da educação. Por isso que nunca podemos compreender como possa a ignorância e a incultura (incultura e ignorância a respeito das coisas da Doutrina Espírita) se enquadrar no Espiritismo. Doutrina que, por dificílima, nunca se disse que o Espiritismo fosse uma ciência fácil, escreve Allan Kardec; que, por essencialmente evolutiva como toda a ciência ("O Espiritismo é ciência da qual apenas conhecemos o A. B. C." diz Flamarion), não pode, por isso mesmo, ser assimilada sem estudos e observações por qualquer comodista e descuidado.

 Estamos, assim, em que um centro de espiritismo não é nem deve ser. apenas, uma casa de orações. Estamos em que não devemos correr até aí apenas para entoar rezas às Forças do Alto e ouvir, aceitando sem melhor análise, tudo que do Alto nos venha. Um centro de espiritismo deve ser. e é, acima de tudo, uma casa de estudos, uma verdadeira escola, onde se deve estudar a mais difícil das ciências,—a Ciência, da Imortalidade; a mais complexa das filosofias —a Filosofia do Espírito; a mais lógica e doce das religiões — a Religião do Cristo interpretada em espírito e verdade.

Assim, o que ai se deve fazer, principalmente, essencialmente preferentemente, e, logo após a prece—e a prece é bem a chave de ouro com que tais, reuniões devem começar e terminar!—; o que aí se deve fazer primeiramente, é estudar a Doutrina com método, analítica e racionalmente. Depois, então. se sobrar tempo...

 E nestes estudos, a nossa reeducação, caso sejamos educados. Ou nossa auto-educação!

 E a par de nossa auto-educação, ou reeducação, a educação de nossas crianças, esses legados preciosíssimos que Deus nos confiou exatamente para sermos seus mentores e guias..

FONTE: O Espiritismo é Obra de Educação.  Trecho da Tese apresentada  ao 1º Congresso de Jornalistas Espíritas, realizado de 15 a 24 de novembro de 1939, por Leopoldo Machado

A Questão do Aborto

Reacenderam-se as discussões sobre o aborto, com a visita do papa Bento XVI ao Brasil, ao declarar-se contrário a essa prática, reafirmando a posição da Igreja Católica em relação a esse crime contra a vida.
O pronunciamento do chefe da Igreja provocou declaração do Presidente da República, dizendo-se pessoalmente contrário ao aborto, mas ressalvando que, sendo laico o Estado, a questão foge à sua opinião pessoal.
A declaração presidencial não foi muito pertinente, uma vez que a questão do aborto não está vinculada à laicidade do Estado, mas está regulada por disposições constitucionais e legais em plena vigência, tais o artigo 5o da Carta Magna de 1988, que garante o direito à vida, e o artigo 2o do Novo Código Civil, que "põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro".
Portanto, o direito de viver, daquele ser que vai nascer, começa com a concepção, sendo o aborto provocado um crime contra a vida.
Essa questão nunca deixou de existir; seja pelo posicionamento das religiões, coerentes com a defesa da vida, em seu significado mais abrangente, desde a concepção do ser humano, seja pelo entendimento materialista, que não admite a vida humana senão sob o ponto de vista material, seja pela iniciativa de alguns representantes do povo junto aos órgãos legislativos, apresentando projetos de leis que admitem a destruição da vida antes do nascimento da criatura humana.
No âmago dessa complexa questão, envolvem-se interesses da sociedade em geral, das religiões e, particularmente, das mulheres que engravidam, mas não desejam o nascimento do ser gerado em seu corpo.
Diante dos diversos ângulos sob os quais se apresenta o abortamento provocado, o próprio Estado é envolvido em suas conseqüências, quando a saúde pública é afetada, pela ocorrência de procedimentos irregulares praticados pelos interessados, direta ou indiretamente, no ato abortivo.
Por isso, membros dos governos pronunciam-se a favor da regularização do aborto nos hospitais públicos e particulares, visando evitar que ele seja praticado por pessoas que não têm qualificação para o ato, provocando a morte da gestante, o que ocorre em grande número.
A simples exposição do que vem ocorrendo no Brasil e em outros países mostra a complexidade da questão do aborto provocado e as variadas propostas de soluções para os problemas por ele gerados.
Para o Espiritismo, o aborto provocado é um desrespeito à lei natural da reprodução dos seres humanos destinados a viver neste mundo.
O problema premente, portanto, não é o da liberação, ou não, do aborto, como muitos pretendem, inclusive órgãos governamentais, mas sim o de resolver a sua clandestinidade, praticada por pessoas sem competência para tal, tendo como conseqüência a morte de grande número de gestantes.
Não se pode construir um ambiente de paz, individual e coletiva, sem uma atitude de reverência, por parte de todos, pela vida, em seu sentido mais amplo.
O aborto provocado é um desrespeito à vida de um ser indefeso, que tem o direito de viver o qual precisa ser defendido por todos os que têm noção de um compromisso com os valores éticos e espirituais.
É gratificante constatar que o Movimento derivado da Doutrina Espírita é uma corrente de pensamentos que não se encontra dividida, no que concerne à defesa da vida humana, desde a concepção do ser.
Entre os espíritas conscientes e sinceros, não há discordâncias quanto à necessidade de proscrever- se o aborto, salvo no caso da necessidade de preservar a vida da genitora.
A vida humana, neste planeta, começando com a concepção, é um bem inviolável, concedido pela Providência Divina, que necessita ser compreendido e respeitado como tal.
Somente à Suprema Lei, que concedeu a vida, cabe determinar o momento de sua cessação.
Os homens precisam convencer- se dessa norma superior e obedecê-la. Aos que já a conhecem compete o dever de levar o seu conhecimento aos que a ignoram.
Como a vida é considerada e defendida em toda a sua abrangência, sem quaisquer restrições, pela atual Constituição, os projetos modificativos ou restritivos do dispositivo constitucional devem ser combatidos pelos que defendem a vida humana em toda a sua amplitude.
Na defesa dessa posição a favor da vida e diante dos perigos da hora presente, em que o ateísmo, a descrença, a indiferença e a ignorância põem em risco o dom de viver, cumpre a todos os espíritas o combate ao aborto indiscriminado e aos projetos legislativos que visam legalizá-lo.
*
No caminho que o Cristo nos ensinou, para o conhecimento da verdade, que o Consolador desvendou, a vida se apresenta para os homens com uma significação ampla, plena de justiça superior, a reger todas as ações de cada um dos envolvidos no projeto do novo ser.
Assim, iniciada a vida na Terra, pela concepção, interrompê-la, destruí- la, constitui grave erro contra a lei divina uma vez que já está estabelecido, pela lei natural da reprodução, um vínculo entre o Espírito reencarnante e os elementos materiais oriundos dos pais, além das ligações espirituais e morais geradas entre todos os comprometidos com aquela ação.
O aborto é, sem dúvida, um desrespeito à vida humana, um crime semelhante ao homicídio, com as agravantes da inocência e falta de defesa da vítima.
O Espiritismo, ao lado de outras religiões, oferece esclarecimentos valiosos para a compreensão e o despertamento de muitas criaturas que praticam crimes e agem erradamente, por ignorância, por maldade e por insensibilidade diante do sofrimento alheio.
Por isso, ao lado de providências legislativas corretas, a reeducação moral e o conhecimento das realidades espirituais, que a Nova Revelação oferece, são meios eficazes para prevenir e evitar os crimes, entre os quais se insere o aborto.
A vida do Espírito na Terra, ligado a um corpo material, é bem inviolável, outorgado pelo poder divino. Seu desrespeito pelos homens constitui crime. Somente à lei divina cabe determinar as condições e o momento de sua cessação, cabendo às criaturas convencerem- se dessa norma superior e obedecê-la.
O "não matarás" da lei mosaica, de inspiração divina, ordenação das mais antigas que a Humanidade conhece, com conotação ampla e irrestrita, aplica-se, sem dúvida, ao aborto.
São de Bezerra de Menezes (Espírito) as seguintes palavras de sua mensagem, pelo médium Divaldo Pereira Franco, no encerramento da Reunião do Conselho Federativo Nacional, em 7/11/1993, referindo- se à campanha Em Defesa da Vida, lançada pela FEB em setembro daquele ano (Reformador de dezembro de 1993, p. 368-369):
"A vida, sob qualquer aspecto considerada é dádiva de Deus que ninguém pode perturbar. Todos os seres sencientes desenvolvem um programa na escala da evolução, demandando a plenitude, a perfeição que lhes é a meta final.
"Preservar a vida, em todas as suas expressões, é dever inalienável que assume a consciência humana no próprio desenvolvimento da sua evolução.
.............
"Não será lícito, portanto, esperarmos outra resposta, senão a da dificuldade.
.............
"Não temamos nunca! Estejamos unidos na defesa da Vida em uma família espiritual digna, suportando reveses e incompreensões. Ser espírita hoje é o mesmo que ter sido cristão ontem".
O direito à vida é amplo e irrestrito, consagrado em todo o mundo, embora nem sempre obedecido em toda a sua amplitude.
O ser humano, como sujeito de direito nas leis brasileiras, existe desde a sua concepção no seio materno, como previsto no artigo 2o do Código Civil. A vida é o primeiro e mais importante desses direitos.
A conclusão lógica, baseada no ordenamento legal é que o nascituro tem a proteção legal da defesa de seu bem maior - a vida - contra todas as práticas de abortamento. A única exceção admitida pela Doutrina Espírita decorre da necessidade da defesa da vida da gestante em primeiro lugar, nos casos raros em que se há de escolher entre sua vida e a do feto.
O direito da mulher de provocar o aborto para a defesa do seu próprio corpo, com a finalidade da descriminalização do ato praticado, parte de premissa falsa, já que o corpo do nascituro gera-se no seio da mulher, mas não se confunde com o corpo dela, visto que, ao fim de determinado tempo, dele se separa, com o nascimento.
Nem a mulher, ressalvada a exceção acima referida, nem o pai, nem qualquer interessado na destruição do corpo em formação do ser humano têm qualquer direito a invocar para justificar o crime do aborto provocado.
O Espiritismo opõe-se, também, ao aborto, quando a gravidez decorre de estupro, assim como ao aborto denominado eugênico.
No primeiro caso, se a mulher não aceita a criação do filho, por qualquer motivo psicológico, a solução não deve ser a morte do filho gerado, mas a sua adoção por outrem, ou sua entrega a uma instituição especializada, particular ou pública, dentre as muitas existentes.
No caso do denominado aborto eugênico, no qual o feto apresenta malformação congênita, também não se pode e não se deve optar pela morte provocada do ser. A melhor solução, recomendada pelo Espiritismo, nesta hipótese, é cuidar do nascituro com o desvelo necessário, e aguardar a solução natural, sem provocar-lhe a morte, pois aquele ser pode ter pedido exatamente a provação de nascer em um corpo defeituoso.
Cumpre-nos a todos glorificar a vida na Terra, dom superior em cada um de nós, desde o seio materno. Especialmente as mães precisam compreender sua responsabilidade perante as leis divinas.

Juvanir Borges de Souza. Reformador de Agosto de 2007.

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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

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