Espiritismo

https://blogoliviaespirita.blogspot.com.br/2016/08/espiritismo-tem-dogmas-o-espiritismo.html



http://www.institutoandreluiz.org/espiritismo.html



O QUE É ESPIRITISMO?



É o conjunto de princípios e leis, revelados pelos Espíritos Superiores, contidos nas obras de Allan Kardec que constituem a Codificação Espírita:



O Livro dos Espíritos,

O Livro dos Médiuns,

O Evangelho segundo o Espiritismo,

O Céu e o Inferno e A Gênese.



“O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal.”



Allan Kardec (O que é o Espiritismo – Preâmbulo)



“O Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido:

conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança.”



Allan Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo

– cap. VI – 4).



O QUE REVELA:

Revela conceitos novos e mais aprofundados a respeito de Deus, do Universo, dos Homens, dos Espíritos e das Leis que regem a vida.
Revela, ainda, o que somos, de onde viemos, para onde vamos, qual o objetivo da nossa existência e qual a razão da dor e do sofrimento.




SUA ABRANGÊNCIA:
Trazendo conceitos novos sobre o homem e tudo o que o cerca, o Espiritismo toca em todas as áreas do conhecimento, das atividades e do comportamento humanos, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.
Pode e deve ser estudado, analisado e praticado em todos os aspectos fundamentais da vida, tais como: científico, filosófico, religioso, ético, moral, educacional, social.




SEUS ENSINOS FUNDAMENTAIS:
Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom.




O Universo é criação de Deus. Abrange todos os seres racionais e irracionais, animados e inanimados, materiais e imateriais.



Além do mundo corporal, habitação dos Espíritos encarnados, que são os homens, existe o mundo espiritual, habitação dos Espíritos desencarnados.



No Universo há outros mundos habitados, com seres de diferentes graus de evolução: iguais, mais evoluídos e menos evoluídos que os homens.
Todas as leis da Natureza são leis divinas, pois que Deus é o seu autor.




Abrangem tanto as leis físicas como as leis morais.
O homem é um Espírito encarnado em um corpo material.




O perispírito é o corpo semimaterial que une o Espírito ao corpo material.



Os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Constituem o mundo dos Espíritos, que preexiste e sobrevive a tudo.
Os Espíritos são criados simples e ignorantes. Evoluem, intelectual e moralmente, passando de uma ordem inferior para outra mais elevada, até a perfeição, onde gozam de inalterável felicidade.




Os Espíritos preservam sua individualidade, antes, durante e depois de cada encarnação.
Os Espíritos reencarnam tantas vezes quantas forem necessárias ao seu próprio aprimoramento.
Os Espíritos evoluem sempre. Em suas múltiplas existências corpóreas podem estacionar, mas nunca regridem. A rapidez do seu progresso intelectual e moral depende dos esforços que façam para chegar à perfeição.


Os Espíritos pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado: Espíritos Puros, que atingiram a perfeição máxima;

Bons Espíritos, nos quais o desejo do bem é o que predomina;

Espíritos Imperfeitos, caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e pelas paixões inferiores.
As relações dos Espíritos com os homens são constantes e sempre existiram.


Os bons Espíritos nos atraem para o bem, sustentam-nos nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação.

Os imperfeitos nos induzem ao erro.



Jesus é o guia e modelo para toda a Humanidade.



E a Doutrina que ensinou e exemplificou é a expressão mais pura da Lei de Deus.

A moral do Cristo, contida no Evangelho, é o roteiro para a evolução segura de todos os homens, e a sua prática é a solução para todos os problemas humanos e o objetivo a ser atingido pela Humanidade.

O homem tem o livre-arbítrio para agir, mas responde pelas conseqüências de suas ações.
A vida futura reserva aos homens penas e gozos compatíveis com o procedimento de respeito ou não à Lei de Deus.




A prece é um ato de adoração a Deus. Está na lei natural e é o resultado de um sentimento inato no homem, assim como é inata a idéia da existência do Criador.
A prece torna melhor o homem. Aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo. é este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.




(Fonte: FEB e SobreSites)






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Kardec diz:


"Conhece-se o verdadeiro espíríta pela sua transformação moral e pelo esforço que emprega para domar suas más inclinações"


Seja Bem Vindo!



"Para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim.

Ou são ramos da mesma árvore majestosa.
Portanto, são todas verdadeiras."

Mahatma Gandhi








terça-feira, 20 de setembro de 2011

Faxina da Alma




SUPERSTIÇÃO E CURANDEIRISMO

Clique no link abaixo para ler o texto:
http://adeportugal.org/mambo/index.php?option=content&task=view&id=34&Itemid=58

SUPERSTIÇÃO NÃO É FÉ

http://adeportugal.org/mambo/index.php?option=content&task=view&id=31&Itemid=58
Jogadores a benzerem-se ao entrar em campo, ou a tocarem o chão com a mão direita, ou ainda treinadores com amuletos espremidos na própria mão. São as evidências do domínio do supersticioso e do sobrenatural nas mentes "civilizadas" dos cidadãos que estão quase a entrar no chamado terceiro milénio... 
  
  
Fui tomar um café. Fiquei ao balcão. Enquanto esperava, tive tempo para olhar para cima e, numa prateleira, vi cinco imagens da Virgem de Fátima, com um copo cheio do que poderia ser água ou aguardente, encimado por um pão. Pensei: "O dono disto acredita que o seu negócio vai ser ajudado por esta superstição". Se estivesse na Ásia ou na África decerto veria o mesmo. Mas superstição não é fé! 
  
Lembrei-me depois que os amuletos também estão em alta no desporto: bem, nalgum desporto pelo menos. Há uns dois anos um treinador espanhol do Farense prometeu ir a pé a Fátima se o clube não descesse de divisão um dos últimos jogos. Aconteceu como pediu, e foi, mas creio que em menos de um ano despediram-no por insucesso. Um outro treinador, este português, também na área do desporto-rei, declarou a semana passada a uma das cadeias de televisão lusitanas que a sua mão fechada, vista assim pelos telespectadores durante os jogos, encerrava a magia do êxito representada por uma pequena imagem de Virgem de Fátima, nada mais do que um mito que extrapolou fronteiras a ponto de fazer com que o superior hierárquico máximo do Vaticano viesse beatificar os pastorinhos videntes, isto em sede de memória recente excessivamente difundida pelos media. Terá dito, o treinador campeão com outras e prévias atitudes louváveis de desportivismo, também que cada um tem a sua fé. Mas fé não é superstição... 

A força 
A crença em talismãs reside na infância espiritual em que se encontra a humanidade. Nesta fase evolutiva do espírito impera o pensamento mágico, que se contrapõe ao uso da razão. O primeiro estende-se no horizonte primitivo das névoas da consciência; o segundo é uma conquista recente, utilizado sobretudo para o que é mais imediato, no campo dos quantitativos, e funciona numa relação mais ou menos esclarecida de causa e efeito. De uma forma ou de outra, quando o ser depara com situações-limite, recua para o espaço difuso onde a consciência amealha esperança a qualquer preço, e se reconforta como pode. Depois, surgem os amuletos, as superstições, as promessas, enfim, o sobrenatural, que Kardec garante não existir senão na imaginação humana. 
  
Lembro-me que também a minha professora de filosofia, no liceu, na década de 70, no capítulo da lógica, ensinava o princípio da razão suficiente: todo e qualquer fenómeno ocorre através do funcionamento de um mecanismo desvendável - se não hoje, amanhã -, e compreensível em termos racionais. Allan Kardec na obra de codificação do espiritismo concluiu o mesmo em meados do século XIX, é do conhecimento comum: o sobrenatural não existe! Hoje, estamos no término do século XX... quando deixaremos as fraldas e passaremos a enfrentar uma espiritualidade autêntica e verdadeiramente fraterna, sem molduras de sobrenatural? 
Civilização 
A antropologia explica, como verdade adquirida: a humanidade historicamente evoluiu da magia para a religião. O espiritismo veio para continuar o caminho evolutivo que a religião não tem pernas para percorrer, por muito que a empurrem, até mesmo os próprios espíritas! 
  
Também não está em causa o direito que cada um tem de crer no que bem quiser, desde que não cause dano ao semelhante. Mas é curioso notar o verniz de civilização com que o cidadão comum se unta, em qualquer continente, da Europa endinheirada à região mais misérrima do Terceiro Mundo. 
  
Em "O Livro dos Espíritos" Kardec pergunta sobre os talismãs e a conclusão surge evidente: o que vale é o pensamento, não o objecto.  
A história mostra que, no passado, religiões institucionalizadas perseguiram a maltrataram pessoas e famílias, deram corpo a autênticos genocídios, considerando bárbaras e primitivas culturas que apenas não dispunham da capacidade tecnológica de guerra que o mundo ocidental detinha.  
  
As suas cruzes, os seus amuletos, o seu dogmatismo, a sua incapacidade de entender ideias diferentes, a sede poder e de dinheiro. 
  
Vai-se distanciando. O espiritismo é uma doutrina que, com Allan Kardec, aponta para o futuro.  
  
Superstição não é fé. Uma é crença mágica; a outra é a convicção que surge da tomada de consciência de que existem leis sábias que regulam a vida e a evolução de todos, que podem ser estudadas, para poderem ser melhor compreendidas. 
  
O amanhã estará sempre mais próximo ou mais longe, é como cada um quiser e cada qual escolher. 

  
Texto: Jorge  In "Revista Internacional de Espiritismo" (Brasil), edição de Junho de 2000

Confira este vídeo incrível do MSN: 'O Filme dos Espíritos'

sábado, 17 de setembro de 2011

Programa Evolutivo

http://br.groups.yahoo.com/group/reflexaoespirita/message/2945
 
O delinqüente primário, diante das leis humanas, não raro, tem o direito de responder ao processo em clima de liberdade, e, mesmo quando condenado, faz jus a vários recursos que lhe amenizam a pena.
O criminoso renitente, pela circunstância da conduta, encontra-se incurso nas penalidades severas e experimentará o isolamento em educandários de segurança, não fruindo de maior consideração...
Assim também ocorre com o Espírito.
Quando os seus erros e delitos são de pequena monta, reencarna-se sob provações reparadoras, enfrentando as disciplinas que o reeducarão, para depois gozar de paz e de liberdade.
Os calcetas e empedernidos, os refratários ao amor e os que se arrojaram aos despenhadeiros do suicídio, do homicídio, recomeçam, na Terra, encarcerados nas expiações lenificadoras...
*
A provação é oportunidade para o Espírito renovar-se.
A expiação constitui-lhe corretivo severo.
Provado, o Espírito se sente estimulado a conquistas novas, enquanto resgata os débitos anteriores.
Expiando, recupera-se e aprende, sem outra alternativa, enjaulado no processo de depuração.
A provação é solicitada.
A expiação é imposta.
Na primeira, há liberdade de ação; na segunda, desaparece a livre opção, ante o impositivo estabelecido.
*
Sob prova ou expiação, estás colocado no dispositivo da evolução, de que necessitas, e que é melhor para o teu progresso.
Aplica a razão e o sentimento lúcidos nesse programa evolutivo e ergue- te, da posição em que te encontres, alcançando o triunfo da tua reencarnação.

Divaldo P. Franco. Da obra: Episódios Diários. Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis. Capítulo 20. LEAL. 

* * * Estude Kardec * * *

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Centro Espírita União - Conheça Novo Site

Clique no link abaixo para acessar o site:
http://www.centroespiritauniao.org/

O Filme dos Espíritos - Trailer Oficial - HD



Esmola e Caridade

http://br.groups.yahoo.com/group/reflexaoespirita/message/2919

Escusam-se muitos de não poderem ser caridosos, alegando precariedade de bens, como se a caridade se reduzisse a dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus e proporcionar um teto aos desabrigados.

Além dessa caridade, de ordem material, outra existe - a moral, que não implica o gasto de um centavo sequer e, não obstante, é a mais difícil de ser praticada.

Exemplos? Eis alguns:

Seríamos caridosos se, fazendo bom uso de nossas forças mentais, vibrássemos ou orássemos diariamente em favor de quantos saibamos acharem-se enfermos, tristes ou oprimidos, sem excluir aqueles que porventura se considerem nossos inimigos.

Seríamos caridosos se, em determinadas situações, nos fizéssemos intencionalmente cegos para não vermos o sorriso desdenhoso ou o gesto disprezivo de quem se julgue superior a nós.

Seríamos caridosos se, com sacrifício de nosso valioso tempo, fôssemos capazes de ouvir, sem enfado, o infeliz que nos deseja confiar seus problemas íntimos, embora sabendo de antemão nada podermos fazer por ele, senão dirigir-lhe algumas palavras de carinho e solidariedade.

Seríamos caridosos se, ao revés, soubéssemos fazer-nos momentâneamente surdos quando alguém, habituado a escarnecer de tudo e de todos, nos atingisse com expressões irônicas ou zombeteiras.

Seríamos caridosos se, disciplinando nossa língua, só nos referíssemos ao que existe de bom nos seres e nas coisas, jamais passando adiante notícias que, mesmo sendo verdadeiras, só sirvam para conspurcar a honra ou abalar a reputação alheia.

Seríamos caridosos se, embora as circunstâncias a tal nos induzissem, não suspeitássemos mal de nossos semelhantes, abstendo-nos de expender qualquer juízo apressado e temerário contra eles, mesmo entre os familiares.

Seríamos caridosos se, percebendo em nosso irmão um intento maligno, o aconselhassemos a tempo, mostrando-lhe o erro e despersuadindo o de o levar a efeito.

Seríamos caridosos se, privando-nos, de vez em quando, do prazer de um programa radiofônico ou de T.V. de nosso agrado, visitássemos pessoalmente aqueles que, em leitos hospitalares ou de sua residência, curtem prolongada doença e anseiam por um pouco de atenção e afeto.

Seríamos caridosos se, embora essa atitude pudesse prejudicar nosso interesse pessoal, tomássemos, sempre, a defesa do fraco e do pobre, contra a prepotência do forte e a usura do rico.

Seríamos caridosos se, mantendo permanentemente uma norma de proceder sereno e otimista, procurássemos criar em torno de nós uma atmosfera de paz, tranquilidade e bom humor.

Seríamos caridosos se, vez por outra, endereçássemos uma palavra de aplauso e de estimulo às boas causas e não procurássemos, ao contrário, matar a fé e o entusiasmo daqueles que nelas se acham empenhados.

Seríamos caridosos se deixássemos de postular qualquer benefício ou vantagem, desde que verificássemos haver outros direitos mais legítimos a serem atendidos em primeiro lugar.

Seríamos caridosos se, vendo triunfar aqueles cujos méritos sejam inferiores aos nossos, não os invejássemos e nem lhes desejássemos mal.

Seríamos caridosos se não desdenhássemos nem evitássemos os de má vida, se não temêssemos os salpicos de lama que os cobrem e lhes estendêssemos a nossa mão amiga, ajudando-os a levantar-se e limpar-se.

Seríamos caridosos se, possuindo alguma parcela de poder, não nos deixássemos tomar pela soberba, tratando, os pequeninos de condição, sempre com doçura e urbanidade, ou, em situação inversa, soubéssemos tolerar, sem ódio, as impertinências daqueles que ocupam melhores postos na paisagem social.

Seríamos caridosos se, por sermos mais inteligentes, não nos irritássemos com a inépcia daqueles que nos cercam ou nos servem.

Seríamos caridosos se não guardássemos ressentimento daqueles que nos ofenderam ou prejudicaram, que feriram o nosso orgulho ou roubaram a nossa felicidade, perdoando-lhes de coração.

Seríamos caridosos se reservássemos nosso rigor apenas para nós mesmos, sendo pacientes e tolerantes com as fraquezas e imperfeições daqueles com os quais convivemos, no lar, na oficina de trabalho ou na sociedade.

E assim, dezenas ou centenas de outras circunstâncias poderiam ainda ser lembradas, em que, uma amizade sincera, um gesto fraterno ou uma simples demonstração de simpatia, seriam expressões inequívocas da maior de todas as virtudes.

Nós, porém, quase não nos apercebemos dessas oportunidades que se nos apresentam, a todo instante, para fazermos a caridade.

Porquê?

É porque esse tipo de caridade não transpõe as fronteiras de nosso mundo interior, não transparece, não chama a atenção, nem provoca glorificações.

Nós traímos, empregamos a violência, tratamos ou outros com leviandade, desconfiamos, fazemos comentários de má fé, compartilhamos do erro e da fraude, mostramo-nos intolerantes, alimentamos ódios, praticamos vinganças, fomentamos intrigas, espalhamos inquietações, desencorajamos iniciativas nobres, regozijamo-nos com a impostura, prejudicamos interesses alheios, exploramos os nossos semelhantes, tiranizamos subalternos e familiares, desperdiçamos fortunas no vício e no luxo, transgredimos, enfim, todos os preceitos da Caridade, e, quando cedemos algumas migalhas do que nos sobra ou prestamos algum serviço, raras vezes agimos sob a inspiração do amor ao próximo, via de regra fazemo-lo por mera ostentação, ou por amor a nós mesmos, isto é, tendo em mira o recebimento de recompensas celestiais.

Quão longe estamos de possuir a verdadeira caridade!

Somos, ainda, demasiadamente egoístas e miseravelmente desprovidas de espírito de renúncia para praticá-la.

Mister se faz, porém, que a exercitemos, que aprendamos a dar ou sacrificar algo de nós mesmos em benefício de nossos semelhantes, porque "a caridade é o cumprimento da Lei."


Calligaris, Rodolfo. Da obra: As Leis Morais. 8 edição. Rio de Janeiro, RJ:FEB. 1998. 


* * * Estude Kardec * * *

A ESCOLA DAS ALMAS

Congregados, em torno do Cristo, os domésticos de Simão ouviram a voz suave e persuasiva do Mestre, comentando os sagrados textos.

Quando a palavra divina terminou a formosa preleção, a sogra de Pedro indagou, inquieta: — Senhor, afinal de contas, que vem a ser a nossa vida no lar? Contemplou-a Ele, significativamente, demonstrando a expectativa de mais amplos esclarecimentos, e a matrona acrescentou: — Iniciamos a tarefa entre flores para encontrarmos depois pesada colheita de espinhos.
No começo é a promessa de paz e compreensão; entretanto, logo após, surgem pedras e dissabores...

Reparando que a senhora galiléia se sensibilizara até às lágrimas, deu-se pressa Jesus em responder: — O lar é a escola das almas, o templo onde a sabedoria divina nos habilita, pouco a pouco, ao grande entendimento da Humanidade.

E, sorrindo, perguntou: — Que fazes inicialmente à lentilha, antes de servi-las à refeição? A interpelada respondeu, titubeante: — Naturalmente, Senhor, cabe-me levá-las ao fogo para que se façam suficientemente cozidas.
Depois, devo temperá-las, tornando-as agradáveis ao sabor.

— Pretenderias, também, porventura, servir pão cru à mesa? — De modo algum — tornou a velha humilde —; antes de entregá-lo ao consumo caseiro, compete-me guardá-lo ao calor do forno.
Sem essa medida...

O Divino Amigo então considerou: — Há também um banquete festivo, na vida celestial, onde nossos sentimentos devem servir à glória do Pai.
O lar, na maioria das vezes, é o cadinho santo ou o forno preparador.
O que nos parece aflição ou sofrimento dentro dele é recurso espiritual.
O coração acordado para a Vontade do Senhor retira as mais luminosas bênçãos de suas lutas renovadoras, porque, somente aí, de encontro uns com os outros, examinando aspirações e tendências que não são nossas, observando defeitos alheios e suportando-os, aprendemos a desfazer as próprias imperfeições.
Nunca notou a rapidez da existência de um homem? A vida carnal é idêntica à flor da erva.
Pela manhã emite perfume, à noite, desaparece...
O lar é um curso ligeiro para a fraternidade que desfrutaremos na vida eterna.
Sofrimentos e conflitos naturais, em seu círculo, são lições.

A sogra de Simão escutou, atenciosa, e ponderou: — Senhor, há criaturas, porém, que lutam e sofrem; no entanto, jamais aprendem.

O Cristo pousou na interlocultora os olhos muito lúcidos e tornou a indagar: — Que fazes das lentilhas endurecidas que não cedem à ação do fogo? — Ah! sem dúvida, atiro-as ao monturo, porque feririam a boca do comensal descuidado e confiante.

— Ocorre o mesmo — terminou o Mestre — com a alma rebelde às sugestões edificantes do lar.

A luta comum mantém a fervura benéfica; todavia, quando chega a morte, a grande selecionadora do alimento espiritual para os celeiros de Nosso Pai, os corações que não cederam ao calor santificante, mantendo-se na mesma dureza, dentro da qual foram conduzidos ao forno bendito da carne, serão lançados fora, a fim de permanecerem, por tempo indeterminado, na condição de adubo, entre os detritos da Natureza.



pelo Espírito Neio Lúcio - Do livro: Jesus no Lar, Médium: Francisco Cândido Xavier.

VIVER... ALÉM DA VIDA: "O VÔO DA LIBERDDE"

VIVER... ALÉM DA VIDA: "O VÔO DA LIBERDDE": Rasgando as vestes carnais que o prendia ao corpo físico, o Espírito, como um pássaro que foge da gaiola, voa então o vôo da liberdade r...

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Detran convoca padres, pastores e espíritas contra “maus espíritos” no trânsito em MS

Caridade, A Meta


http://br.groups.yahoo.com/group/reflexaoespirita/message/1295

Guarda, na mente, que a caridade em teus atos deve ser a luz que vence a sombra.

Enquanto não compreendas que a caridade é sempre a bênção maior para quem a realiza, ligando o benfeitor ao necessitado, estarás na fase primária da virtude por excelência.

Poderás repartir moedas, a mãos-cheias; todavia, se não mantiveres o sentimento da amizade em relação ao carente, não terás logrado alcançar a essência da caridade.

Repartirás tecidos e agasalhos com os desnudos; no entanto, se lhes não ofertares compreensão e afabilidade, permanecerás na filantropia.

Atenderás aos enfermos com medicação valiosa; entretanto, se não adicionares ao gesto a gentileza fraternal, estarás apenas desincumbindo-te de um mister de pequena monta.

Ofertarás o pão aos esfaimados; contudo, se os não ergueres com palavras de bondade, não alcançaste o sentido real da caridade.

Distribuirás haveres e coisas com os desafortunados do caminho; não obstante, sem o calor do teu envolvimento emocional em relação a eles, não atingiste o fulcro da virtude superior.

A caridade é algo maior do que o simples ato de dar.

Certamente, a doação de qualquer natureza sempre beneficia aquele que lhe sofre a falta. Todavia, para que a caridade seja alcançada, é necessário que o amor se faça presente, qual combustível que permite o brilho da fé, na ação beneficente.

A caridade material preenche os espaços abertos pela miséria sócio-econômica, visíveis em toda parte.

Além deles, há todo um universo de necessidades em outros indivíduos que renteiam contigo e esperam pela luz libertadora do teu gesto.

A indulgência, em relação aos ingratos e agressivos;

a compaixão, diante dos presunçosos e perversos;

a tolerância, em favor dos ofensores;

a humildade, quando desafiado ao duelo da insensatez;

a piedade, dirigida ao opressor e déspota;

a oração intercessória, pelo adversário;

a paciência enobrecida, face às provocações e à irritabilidade dos outros;

a educação, que rompe as algemas da estupidez e da maldade que se agasalham nas furnas da ignorância gerando a delinqüência e a loucura...

A caridade moral é desafio para toda hora, no lar, na rua, no trabalho.

Exercendo-a, recorda também da caridade em relação a ti mesmo.

Jesus, convivendo com os homens, lecionou exemplificando todas as modalidades da caridade, permanecendo até hoje como o protótipo mais perfeito que se conhece, tornando-a a luz do gesto, que vence a sombra do mal, através da ação do amor.

Caridade, pois, eis a meta.

Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Vigilância. Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis. 1 edição. Salvador, BA: LEAL. 1987. 


* * * Estude Kardec * * *

terça-feira, 13 de setembro de 2011

PENSA E PERGUNTA

 
Se ouviste acusações
Sobre a falta de alguém
E queres comentá-la
De maneira contrária à lei do bem,
Pensa nisto, primeiro,
Em torno ao que se fala:

- Será que o companheiro
Praticou a maldade que se diz
Ou tudo se resume simplesmente
Num boato infeliz?

Depois, reflete assim:
- Estou eu sobre a Terra
Com tanta perfeição,
Que posso erguer a mão
E censurar quem erra?

Em seguida, pergunta claramente,
Sempre sem dizer nada:
- Como agiria eu se estivesse na prova
Da pessoa acusada?

Logo após, dize à própria consciência,
Longe de todo alheio reboliço:
- Se propalar a imperfeição dos outros,
Que vantagem há nisso?

Por fim, depois de orar, busca saber
Na luz viva da fé que nos conduz:
- Se estivesse visível no meu passo,
Que faria Jesus?

Além destas perguntas formuladas,
Nada dirás do mal, seja a quem for,
Porque estarás com Deus e Deus contigo
Para a benção do amor.



pelo Espírito Manoel Monteiro - Do livro: Seguindo Juntos, Médium: Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Conclusões Naturais

O paciente jamais desespera.
O inquieto reclama agora ou depois.
*
O corajoso suporta as dificuldades, superando-as.
O temerário afronta os perigos sem ponderá-los.
*
O iluminado brilha.
O teórico fala excessivamente.
*
O irmão estuda processo de amparar.
O adversário observa os recursos de ferir.
*
O homem comum ajuda, conforme as inclinações.
O cristão auxilia sempre.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Agenda Cristã. Ditado pelo Espírito André Luiz. Rio de Janeiro, RJ: FEB.

BLOG ESPÍRITA OLÍVIA: Concurso Premia Fotos Que Capturam Beleza do Unive...

BLOG ESPÍRITA OLÍVIA: Concurso Premia Fotos Que Capturam Beleza do Unive...: Acesse o link: http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/4452-concurso-premia-fotos-que-capturam-beleza-do-universo

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Silvio Simonaggio apoiador de O Filme dos Espíritos

http://youtu.be/sxb0a2GA31U

BLOG ESPÍRITA OLÍVIA: Ouça agora Rádio Fraternidade

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Blog de Espiritismo"João Cândido da Costa": Entrevista com Djalma Argollo

Blog de Espiritismo"João Cândido da Costa": Entrevista com Djalma Argollo: http://kardecian.org/djalma_argollo_entrevista.html Djalma tem 53 anos de trabalho no movimento Espírita; fundador e presidente do Amar-...

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