Espiritismo

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http://www.institutoandreluiz.org/espiritismo.html



O QUE É ESPIRITISMO?



É o conjunto de princípios e leis, revelados pelos Espíritos Superiores, contidos nas obras de Allan Kardec que constituem a Codificação Espírita:



O Livro dos Espíritos,

O Livro dos Médiuns,

O Evangelho segundo o Espiritismo,

O Céu e o Inferno e A Gênese.



“O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal.”



Allan Kardec (O que é o Espiritismo – Preâmbulo)



“O Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido:

conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança.”



Allan Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo

– cap. VI – 4).



O QUE REVELA:

Revela conceitos novos e mais aprofundados a respeito de Deus, do Universo, dos Homens, dos Espíritos e das Leis que regem a vida.
Revela, ainda, o que somos, de onde viemos, para onde vamos, qual o objetivo da nossa existência e qual a razão da dor e do sofrimento.




SUA ABRANGÊNCIA:
Trazendo conceitos novos sobre o homem e tudo o que o cerca, o Espiritismo toca em todas as áreas do conhecimento, das atividades e do comportamento humanos, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.
Pode e deve ser estudado, analisado e praticado em todos os aspectos fundamentais da vida, tais como: científico, filosófico, religioso, ético, moral, educacional, social.




SEUS ENSINOS FUNDAMENTAIS:
Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom.




O Universo é criação de Deus. Abrange todos os seres racionais e irracionais, animados e inanimados, materiais e imateriais.



Além do mundo corporal, habitação dos Espíritos encarnados, que são os homens, existe o mundo espiritual, habitação dos Espíritos desencarnados.



No Universo há outros mundos habitados, com seres de diferentes graus de evolução: iguais, mais evoluídos e menos evoluídos que os homens.
Todas as leis da Natureza são leis divinas, pois que Deus é o seu autor.




Abrangem tanto as leis físicas como as leis morais.
O homem é um Espírito encarnado em um corpo material.




O perispírito é o corpo semimaterial que une o Espírito ao corpo material.



Os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Constituem o mundo dos Espíritos, que preexiste e sobrevive a tudo.
Os Espíritos são criados simples e ignorantes. Evoluem, intelectual e moralmente, passando de uma ordem inferior para outra mais elevada, até a perfeição, onde gozam de inalterável felicidade.




Os Espíritos preservam sua individualidade, antes, durante e depois de cada encarnação.
Os Espíritos reencarnam tantas vezes quantas forem necessárias ao seu próprio aprimoramento.
Os Espíritos evoluem sempre. Em suas múltiplas existências corpóreas podem estacionar, mas nunca regridem. A rapidez do seu progresso intelectual e moral depende dos esforços que façam para chegar à perfeição.


Os Espíritos pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado: Espíritos Puros, que atingiram a perfeição máxima;

Bons Espíritos, nos quais o desejo do bem é o que predomina;

Espíritos Imperfeitos, caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e pelas paixões inferiores.
As relações dos Espíritos com os homens são constantes e sempre existiram.


Os bons Espíritos nos atraem para o bem, sustentam-nos nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação.

Os imperfeitos nos induzem ao erro.



Jesus é o guia e modelo para toda a Humanidade.



E a Doutrina que ensinou e exemplificou é a expressão mais pura da Lei de Deus.

A moral do Cristo, contida no Evangelho, é o roteiro para a evolução segura de todos os homens, e a sua prática é a solução para todos os problemas humanos e o objetivo a ser atingido pela Humanidade.

O homem tem o livre-arbítrio para agir, mas responde pelas conseqüências de suas ações.
A vida futura reserva aos homens penas e gozos compatíveis com o procedimento de respeito ou não à Lei de Deus.




A prece é um ato de adoração a Deus. Está na lei natural e é o resultado de um sentimento inato no homem, assim como é inata a idéia da existência do Criador.
A prece torna melhor o homem. Aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo. é este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.




(Fonte: FEB e SobreSites)






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Kardec diz:


"Conhece-se o verdadeiro espíríta pela sua transformação moral e pelo esforço que emprega para domar suas más inclinações"


Seja Bem Vindo!



"Para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim.

Ou são ramos da mesma árvore majestosa.
Portanto, são todas verdadeiras."

Mahatma Gandhi








domingo, 19 de junho de 2016

Evangelização da criança: razões e finalidades

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 Astolfo Olegário de Oliveira Filho

 De Londrina 

 I 

É conhecida a posição de Kardec, o Codificador do Espiritismo, com relação ao ensino moral contido no Evangelho:
"Diante desse código divino, a própria incredulidade se curva. É o terreno em que todos os cultos podem encontrar-se, a bandeira sob a qual todos podem abrigar-se, por mais diferentes que sejam as suas crenças. Porque nunca foi objeto de disputas religiosas, sempre e por toda parte provocadas pelos dogmas. Se o discutissem, as seitas teriam, aliás, encontrado nele a sua própria condenação, porque a maioria delas se apegou mais à parte mística do que à parte moral, que exige a reforma de cada um. Para os homens, em particular, é uma regra de conduta, que abrange todas as circunstâncias da vida privada e pública, o princípio de todas as relações sociais fundadas na mais rigorosa justiça. É, por fim, e acima de tudo, o caminho infalível da felicidade a conquistar, uma ponta do véu erguida sobre a vida futura" 

(O Evangelho segundo o Espiritismo, Introdução, item I). 

Aí está, pois, a resposta à pergunta que dá título a este artigo. Evangelizar uma pessoa é ensinar-lhe o caminho que leva à paz, à harmonia e à felicidade possível no mundo em que vivemos. 

Mas... se é isto que nos ensina o Espiritismo, quando tal tarefa deve começar? 

A resposta a esta dúvida é também por demais conhecida: na infância, esse período da existência corpórea assim conceituado por Emmanuel:

 "A juventude pode ser comparada a esperançosa saída de um barco para uma longa viagem. A velhice será a chegada ao porto. A infância é a preparação".

 Os Espíritos Superiores nos ensinam que, encarnando-se com o objetivo de se aperfeiçoar, o Espírito, durante a infância, 

“é mais acessível às impressões que recebe, capazes de lhe auxiliarem o adiantamento, para o que devem contribuir os incumbidos de educá-lo". 

(O Livro dos Espíritos, item 383.) 

Mais adiante, aduzem eles que "as crianças são os seres que Deus manda a novas existências. Para que não lhes possam imputar excessiva seriedade, dá-lhes todos os aspectos da inocência. Julgando os seus filhos bons e dóceis, os pais lhes dedicam toda a afeição e os cercam dos mais minuciosos cuidados. A delicadeza da idade infantil os torna brandos, acessíveis aos conselhos da experiência e dos que devem fazê-los progredir. 

É na fase infantil que se lhes pode reformar o caráter e reprimir as suas más tendências. Esse é o dever que Deus confiou aos pais, missão sagrada pela qual terão de responder" 

(L.E., item 385). 

 Reportando-se ao assunto, Emmanuel adverte: 

"O período infantil é o mais sério e o mais propício à assimilação dos princípios educativos. Até os sete anos, o Espírito ainda se encontra em fase de adaptação para a nova existência. Ainda não existe uma integração perfeita entre ele e a matéria orgânica. Suas recordações do plano espiritual são, por isto, mais vivas, tornando-se mais suscetível de renovar o caráter e estabelecer novo caminho. Passada a época infantil, atingida a maioridade, só o processo violento das provas rudes, no mundo, pode renovar o pensamento e a concepção das criaturas, porquanto a alma encarnada terá retomado o seu patrimônio nocivo do pretérito e reincidirá nas mesmas quedas, se lhe faltou a luz interior dos sagrados princípios educativos"

 ("O Consolador", pergunta 109). 

A razão é simples: é que, atingida a maioridade, o Espírito revela seu caráter real e individual, 

"retoma a sua natureza e se mostra qual era". 

 II 

 O lar será sempre, de acordo com o Espiritismo, a melhor escola para a preparação das almas encarnadas, como Santo Agostinho assevera no cap. 14, item 9, de

 "O Evangelho segundo o Espiritismo": 

"Oh! espiritistas, percebei o grande papel da Humanidade; compreendei que, quando produzis um corpo, a alma que nele se encarna vem do espaço para progredir. Cumpri com os vossos deveres e empregai o vosso amor em aproximar essa alma de Deus. Essa a missão que vos foi conferida e da qual recebereis a recompensa, se a cumprirdes fielmente", 

antecipando o que Emmanuel ensinaria mais tarde: 

"As noções religiosas, com a exemplificação dos mais altos deveres da vida, constituem a base de toda educação, no sagrado instituto da família" 

("O Consolador", pergunta 108). 

 Enfatizando a importância da preparação dos nossos filhos desde a primeira idade, Kardec escreveu: 

"É notável verificar que as crianças educadas nos princípios espíritas adquirem uma capacidade de raciocinar precoce que as torna infinitamente mais fáceis de serem conduzidas. Nós as vimos em grande número, de todas as idades e dos dois sexos, nas mais diversas famílias onde fomos recebidos e pudemos fazer essa observação pessoalmente. Isso não as priva da natural alegria, nem da jovialidade. Todavia, não existe nelas essa turbulência, essa teimosia, esses caprichos que tornam tantas outras insuportáveis. Pelo contrário, revelam um fundo de docilidade, de ternura e respeito filiais que as leva a obedecer sem esforço e as torna responsáveis nos estudos" 

("Viagem Espírita em 1862", pág. 30). 

O assunto foi tratado magistralmente pelo professor Humberto Mariotti em artigo publicado na Revista Educação Espírita, a respeito da Teoria Aparencial da Criança, um tema que Kardec já havia examinado na obra fundamental do Espiritismo ao ensinar que a criança aparece no mundo envergando a roupagem da inocência. A Teoria Aparencial da Criança mostra-nos que precisamos enfrentar a questão da educação dessas criaturas inocentes com maior realismo, porque, se elas são inocentes apenas na aparência e escondem sua realidade íntima nas formas físicas em desenvolvimento, manda a boa lógica que as tratemos com mais desembaraço. Partindo do fato aparencial, temos de encarar o desenvolvimento infantil como um processo psicológico de afloramento, não só de disposições culturais, mas também de conteúdos. Por trás da tábula rasa, da mente desprovida de qualquer conhecimento  uma idéia que nos veio do empirismo inglês

 – sabemos que existem as profundezas da memória espiritual, da consciência subliminar de que tratou Frederic Myers. Humberto Mariotti deixou isso bem claro em seu artigo. 

“Por trás de cada criança

 – escreveu ele 

– está o Ser com todos os seus graus de evolução palingenésica, pois para a Educação Espírita a infância é apenas uma etapa fugaz e cambiante e não uma condição permanente, espiritualmente considerada.” 

 III 

 De acordo com Frederic Myers, mais válida hoje do que em sua época, temos a mente supraliminar e a mente subliminar. Essa divisão corresponde aos conceitos de consciente e inconsciente da Psicanálise. Essa mente que se revela como algo mais profundo que a mente de relação é a que podemos chamar mente de profundidade. Suas categorias são muito mais numerosas e mais ricas do que as da mente de relação. Nossa mente de relação, que estabelece nossa relação com o mundo e com os outros, repousa sobre uma espécie de patamar, abaixo do qual se encontra a nossa mente de profundidade. Foi por isso que Myers chamou a mente de relação de consciência supraliminar e a mente de profundidade de consciência subliminar. A primeira está sobre o limiar da consciência, a segunda está abaixo desse limiar. Quando sentimos um impulso inconsciente ou temos um pressentimento, houve uma invasão, segundo Myers, da mente de relação pelas correntes psíquicas do pensamento e da emoção da mente de profundidade. Há uma relação constante entre as duas formas mentais, que aumenta na proporção em que se desenvolve o ser. A educação espírita, propõe-nos Herculano Pires, não pode limitar-se à mente de relação, que só representa um momento do ser. Sabemos, graças à reencarnação, que o desenvolvimento do ser não é contínuo, mas descontínuo. Em cada existência terrena o ser desenvolve certas potencialidades, mas a lei de inércia o retém numa posição determinada pelos limites da própria cultura em que se desenvolveu. Com a morte corporal ele volta ao mundo espiritual e tem uma nova existência nesse mundo, onde suas percepções se ampliam permitindo-lhe compreender que a sua perfectibilidade não tem limites. Voltando a nova encarnação, ele pode reencetar com mais eficiência o desenvolvimento de sua perfectibilidade, mas, se não receber na vida terrena os estímulos necessários, poderá sentir-se novamente preso à condição da vida anterior na Terra, estacionando numa repetição de estágio. É isso o que se chama círculo vicioso da reencarnação. A evangelização da criatura humana desde o berço tem por função evitar que ela venha a cair nesse círculo. Dois exemplos bastam para ilustrar a tese acima expendida. Jane Martins Vilela, na edição d’ O Imortal de setembro último, reporta-se à manifestação de um Espírito que na sessão mediúnica declarou o seguinte: 

“Eu vim buscar ajuda, mas eu acho que não mereço”. 

“Errei demais, fiz maldade demais. Estive num navio negreiro, onde mantinha a ordem no local. Usava um chicote com pontas de chumbo e o descarregava sobre os negros. Eu achava que aquilo era o certo. Nem os considerava gente. Castigava demais, abusei no poder. Desencarnei e percebi meu erro. Depois reencarnei num subúrbio do Rio de Janeiro, esqueci minha vontade de melhorar. Tornei-me um marginal dos piores. Matei, incitei pessoas ao uso de drogas. Fui preso e fiquei muito tempo no presídio, até que morri baleado lá. Estive muito tempo sofrendo, até que vi a luz que me direcionou para esta Casa. Eu sei que errei, fracassei nessas existências. Agora eu estou com medo de reencarnar, porque aqui no mundo espiritual vejo que tenho que melhorar, mas é só eu ganhar um corpo de carne, reencarnar, e vou errar tudo outra vez.” 

Ao ser orientado pelo doutrinador, o Espírito perguntou-lhe: 

“Por que não tive acesso a essas informações tão belas que você me traz?” 

“Nunca ninguém, enquanto vivi, me falou assim. Eu só ouvia que tinha que me vingar e fazer com os outros o que fizeram comigo. E me ensinaram a usar arma desde cedo.”

 IV 


André Luiz, no livro Ação e Reação, cap. 16, pp. 213 e seguintes, relata o caso Adelino Correia, o médium devotado ao bem que, no entanto, denotava a condição de trabalhador em experiências difíceis. Adelino apresentava longa faixa de eczema na pele à mostra. Certa porção da cabeça, os ouvidos e muitos pontos da face exibiam placas vermelhas, sobre as quais se formavam diminutas vesículas de sangue, ao passo que as demais regiões da epiderme surgiam gretadas, evidenciando uma afecção cutânea largamente cronicificada. Além disso, acanhado e tristonho, Adelino indicava tormentos ocultos a lhe dominarem a mente, embora seus olhos, maravilhosamente lúcidos, evidenciassem a marca da humildade. Adelino fora, no passado, Martim, que matara o próprio pai e agora expiava em dura provação o crime cometido. O pai e ele eram companheiros inseparáveis nos jogos, nos estudos, no serviço e na caça, até que, quando contavam, respectivamente, 43 e 21 anos de idade, o genitor resolveu casar-se com uma jovem de grande metrópole, Maria Emília, na época com 20 anos. Martim, amado pelo pai e atraído pela jovem madrasta, passou a experimentar torturantes conflitos sentimentais. Ele, que até então se julgava o melhor amigo do pai, passou a detestá-lo, não lhe tolerando a posse sobre a mulher que desejava. Foi por isso que, auxiliado por dois capatazes de sua confiança e com aprovação da madrasta, administrou uma poção entorpecente no pai, que estava acamado naquele dia, provocando em seguida um incêndio no qual sua vítima indefesa veio a falecer. Morto o pai, Martim apoderou-se-lhe dos haveres e tentou a felicidade junto com Maria Emília, mas o genitor desencarnado, a inflamar-se em cólera, envolveu-o em nuvens de fluidos inflamados, contra os quais o infeliz não possuía defesa... 
 Arrependido e devotado, na esfera espiritual, aos serviços mais duros, Martim conquistara com o tempo apreciáveis lauréis que lhe permitiram voltar à esfera humana para iniciar o pagamento da larga dívida em que se onerou. Atirado a imensas dificuldades materiais, desde cedo cresceu órfão de pai, mas, custodiado por benfeitores da colônia, foi conduzido a uma casa espírita, ainda muito jovem, onde a leitura dos princípios espíritas constituiu para ele recordações naturais dos ensinamentos assimilados na colônia espiritual de onde viera.

Tanto num caso, o do Espírito fracassado e temeroso de novos tentames reencarnatórios, quanto na história de Adelino, observa-se a importância dos estímulos a que se refere Herculano Pires para que a vida de relação seja enriquecida pelos princípios apreendidos no passado e enfatizados por ocasião da chamada programação reencarnatória. No primeiro caso, o do sofredor citado por Jane, não se registrou estímulo algum de ordem superior. Mas no caso de Adelino, sim, e isso foi fundamental para a recuperação do criminoso arrependido.



Carta Psicografada - Nada Senti No Desencarne Foi Como Desmaiar



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FÉ - Espírito: Diversos - Livro 248 / Ano - 1984 / Editora - IDEAL

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 Amigos Leitores 
É com grande reconforto que apresentamos neste volume algumas das páginas produzidas por vários Amigos Espirituais, através da mediunidade psicográfica do nosso companheiro Carlos A. Bacelli, dedicado medianeiro da Nova Revelação. Satisfeitos por incorporar-lhe o concurso na obra de Emmanuel, consagrada à fé e à paz, à esperança e aos serviços de amor ao próximo, pedimos aos Mentores do Mais Além fortalecerem o nosso irmão Bacelli, em sua jornada mediúnica, a fim de que ele continue apoiado na confiança em Jesus e resoluto nas realizações do Bem, compreendendo Kardec para melhor servir a Jesus. 

 Albino Teixeira (Uberaba, 15 de agosto de 1984)
Psicografia Francisco Cândido Xavier

ENDEREÇOS DE PAZ - Espírito: André Luiz Livro - 217 / Ano - 1982 / Editora - CEU

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 As páginas deste livro se constituem dos apontamentos e reflexões de nosso amigo André Luiz, todas elas dignas de nossa melhor consideração. 
Examinando-as e observando-lhes a multiplicidade dos ângulos, através dos quais o nosso companheiro analisa as situações e ocorrências da vida, concluímos que este volume é um roteiro de segurança e tranqüilidade, resguardando-nos a jornada evolutiva nos caminhos da elevação. 
É por isto, caro leitor, que te ofertamos o presente volume, em nome do Autor, com alegria de quem entrega um mapa valioso de endereços da paz, na condição de servidor reconhecido. 

 Emmanuel (Uberaba, 4 de outubro de 1982
Psicografia Francisco Cândido Xavier

IDEAL ESPÍRITA - Espírito: Diversos - Livro - 074 / Ano - 1963 / Editora - CEC

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 Um livro em miniatura, solicitam-nos amigos domiciliados na esfera física, 
- um livro que caiba no bolso para ser manuseado em qualquer lugar, conjunto leves de folhas simples que veicule o pensamento espírita sem dificuldades, seja no intervalo se serviço ou no percurso do ônibus, na excursão fortuita ou no repouso eventual, nos momentos da sala de espera ou em breve ensejos de observação e reflexão em locais públicos.
 Desse propósito nasceu o presente volume em que se alinham páginas e anotações despretenciosas de vários amigos desencarnados, comentando os aspectos multifaces da Doutrina do Amor, que nos reúne nas mesmas aspirações. 
Claramente, não podemos prescindir, em tempo algum, do estudo aturado das várias disciplinas que nos abrem caminho ao burilamento da própria alma, cabendo-nos o dever de prestigiar incondicionalmente a escola e a biblioteca, os salões de leitura e os institutos de educação.
 A Terra agitada de hoje, porém, exige se estenda o esclarecimento rápido a todos os que, preocupados e inquietas, se mergulham nas atividades turbilhonantes de cada dia. 
Em toda parte, a imprensa responde às requisições dessa ordem, publicando seleções e sínteses, resenhas e condensações de múltiplas matérias para facilidade dos leitores. 
Nessa diretriz, ergue-se-nos o trabalho em que diligenciamos trazer aos irmãos e associados de esperança e de ação, respostas e informes isntantâneos às inquirições endereçadas ao nosso ideal espírita. 
Oferecemos, assim, a todos os companheiros o fruto humilde do tentame realizado, agradecendo não só aos corações generosos que nos auxiliam em semelhante empresa, mas também rogando a luz e a bênção de Nosso Senhor Jesus Cristo para eles e para nós. 


Emmanuel Uberaba, Natal de 1962

Psicografia - Francisco Cândido Xavier

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Quais as semelhanças entre a Conscienciologia e o Espiritismo? | Parte 4 (11/06/2016)

Waldo Vieira e o Espiritismo| Mundo Maior Repórter - Parte 3 (11/06/2016)



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Palestras Espíritas - MEGA

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Excelente Blog de Audiolivros Espíritas - Breado.Rio

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Blog da Biblioteca Virtual do Deficiente Visual

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Amor - Chico Xavier

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BLOG ESPÍRITA OLIVIA: Existe um ditado árabe que diz: "Quem planta tâmaras, não colhe tâmaras!"

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quarta-feira, 15 de junho de 2016

A pobre Mary (Revista Espírita 1862)

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 A pobre Mary (Revista Espírita 1862)

 “Uma pobre viúva, mãe de três filhos, entra numa padaria e pede insistentemente que lhe vendam um pão fiado. Porque o padeiro recusasse, a viúva reduz o seu pedido a meio pão e, por fim, a uma libra de pão, apenas, para os filhos famintos. O padeiro recusa ainda, deixa o lugar e se dirige para o fundo da padaria. Crendo não ser vista, a mulher se apossa de um pão e sai.

Mas o roubo, imediatamente descoberto, é denunciado à polícia. “Um agente vai à casa da viúva e a surpreende cortando o pão em pedaços para dar aos filhos. Ela não nega o roubo, mas se desculpa com a necessidade. Embora censurando a crueldade do padeiro, o agente insiste para que ela o acompanhe à delegacia.

“A viúva pede apenas alguns instantes para trocar de roupa e entra no quarto; porque demorasse, o agente, perdendo a paciência, resolve abrir a porta: a infeliz jazia no chão, inundada de sangue. Com a mesma faca com que acabara de cortar o pão para os filhos pusera fim aos seus dias”.

Tendo sido lida a notícia na sessão da Sociedade de 14 de fevereiro de 1862, foi proposta a evocação dessa infeliz mulher, quando ela mesma veio manifestar-se espontaneamente, conforme comunicação a seguir. Acontece muitas vezes que os Espíritos de quem falamos se revelam dessa maneira. É incontestável que são atraídos pelo pensamento, que é uma espécie de evocação tácita. Sabem que a gente se ocupa deles e vêm; então se comunicam, se a ocasião lhes parece oportuna ou se encontram o médium que lhes convém. De acordo com isto, compreende-se não haver necessidade de ter um médium, nem mesmo de ser espírita para atrair os Espíritos com os quais nos preocupamos.

“Deus foi bom para a pobre alucinada e venho agradecer-vos a simpatia que houvestes por bem testemunhar-me. Infelizmente, diante da miséria e da fome de meus pobres filhinhos, esqueci-me e fali. Então disse de mim para mim: visto que és impotente para alimentar teus filhos e que o padeiro recusa o pão aos que não podem pagar; desde que não tens dinheiro nem trabalho, morre! Porque, quando não estiveres mais com eles, virão em seu auxílio. Efetivamente, hoje a caridade pública adotou esses pobres órfãos. Deus me perdoou, porque viu a minha razão vacilar e meu pungente desespero. Fui a vítima inocente de uma sociedade má, muito mal regulada. Ah! Agradecei a Deus por vos ter feito nascer nesta bela região da França, onde a caridade vai procurar e aliviar todas as misérias.

 “Rogai por mim, a fim de que em breve eu possa reparar a falta cometida, não por covardia, mas por amor materno. Como os vossos Espíritos protetores são bons! Consolam-me, fortificam-me, encorajam-me e dizem que meu sacrifício não foi desagradável ao grande Espírito que, sob o olho e a mão de Deus, preside aos destinos da Humanidade”.

A pobre Mary (Médium: Sr. d’Ambel)

 Depois dessa comunicação, o Espírito Lamennais fez a seguinte apreciação sobre o fato em questão:

 “Esta infeliz mulher é uma das vítimas de vosso mundo, de vossas leis e de vossa sociedade. Deus julga as almas, mas também julga os tempos e as circunstâncias; julga as coisas forçadas e o desespero; julga o fundo e não a forma. E ouso afirmar: esta infeliz morreu não por crime, mas por pudor, por medo da vergonha. É que onde a justiça humana é inexorável, julga e condena os fatos materiais, a justiça divina constata o fundo do coração e o estado da consciência. Seria desejável que em certas naturezas privilegiadas fosse desenvolvido um dom que seria muito útil, não para os tribunais, mas para o adiantamento de algumas pessoas: esse dom é uma espécie de sonambulismo do pensamento, que muitas vezes descobre as coisas ocultas, mas que o homem habituado à corrente da vida, negligencia e atenua por sua falta de fé. É certo que um médium desse gênero, examinando esta pobre mulher, teria dito: Esta mulher é abençoada por Deus porque é infeliz e este homem é amaldiçoado porque lhe recusou pão. Ó Deus! Quando, pois, todos os teus dons serão reconhecidos e postos em prática? Aos olhos da tua justiça, aquele que recusou o pão será punido, porquanto o Cristo disse: “Aquele que dá pão ao seu próximo, a mim mesmo o dá”.

Lamennais (Médium: Sr. A. Didier)

Cresce a raiva contra Chico Xavier



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Novo governo - Visão Espírita



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Cristina Longhi - Carência - 09/03/2016 - Radio Mundial



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Nesse frio faça o seguinte.

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segunda-feira, 13 de junho de 2016

O que o espiritismo proíbe ou é contra?

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Por que o espiritismo pegou tanto no Brasil | Superinteressante

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66.604 membros - Chico Xavier - Google+

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Oração da Manhã

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LIÇÃO DE FÉ - Maria Dolores - Livro Recanto de Paz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

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 CAPÍTULO XV LIÇÃO DE FÉ 

 Maria Dolores 

 Coração, não te perturbes, 
 Se, em torno, há quem se desmande, 
Se a luta surge tão grande, 
Que tudo é aflição no ar...
 Abraça os próprios deveres, 
 Acalma-te, serve e lida, 
Que Deus, sustentando a vida, 
Só nos pede confiar. 

Olha os exemplos do campo,
Na noite de tempestade, 
O solo é treva e ansiedade  
Sob o granizo e bater;
Caem troncos, rolam penhas, 
O raio quebra a montanha, 
O lodo se desentranha,
É a gleba a se desfazer.

Escondem-se, furna em furna, 
Os peregrinos da estrada,
Passarinhos na ramada 
Lançam pios de oração; 
Ouvem-se gritos selvagens, 
É o vento brandindo o açoite, 
Cortando as formas da noite 
E uivando desolação. 

Mas outro dia está pronto...
A madrugada vem vindo,
Um roseiral no céu lindo
É o jardim que o Sol produz;

O clarão cresce e se espalha, 
A brisa afaga os caminhos, 
Brilham copas, cantam ninhos, 
Toda a Terra é um mar de luz. 


Coração, assim também, 
Depois da estrada de prova,
Eis que a vida se renova 
Na esperança a ressurgir; 
A bênção do amor renasce,
A alegria se proclama, 
É Deus que te busca e chama 
A novo e belo porvir. 

Do livro Recanto de Paz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 

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Do livro Continuidade - MENSAGEM DE: AVELINO GINJO

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 MENSAGEM DE: AVELINO GINJO

FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER - RUBENS SILVIO GERMINHASI - ESPÍRITOS DIVERSOS


 Querida Lídia; Deus nos proteja. 
Venho ao seu encontro com o objetivo de agradecer ao seu carinho de companheira, o tesouro de amor que recebi de sua dedicação, com o mínimo de recursos para retribuir. 
Querida, não julgue, haja na morte do corpo qualquer expressão de esquecimento. Lembro-me das menores minudências de nosso convívio e a memória está quase que fixa nas preces que formulo ao Mais Alto, rogando bênçãos de paz e saúde, tranquilidade e alegria para você e nossos queridos filhos. Sei que retornei à Vida Verdadeira quase que de improviso e quero manifestar-lhe a minha gratidão pelo devotamento e serenidade com que você me auxiliou a normalizar os problemas que fui constrangido a deixar sem a devida solução. Creia que a sua família, igualmente minha pelo coração, me acolheu com a ternura de antigo parentesco. 
A sua querida avó Ana; fez-se minha segunda mãe e seu pai Manoel Coelho tem sido para mim um apoio de valor inexcedível. A princípio, sabe você que não poderia reconhecer-me por aqui, sem lastimar a vinda rápida e compulsória. O homem na Terra acredita que o momento terminal da viagem na experiência física, certamente nunca chegará e, por isso, devem ser muito raro os que chegam aqui, sem esse espanto angustiado de que me vi possuído quando reconheci que o meu campo de vivência se alterara de maneira sensível.
Felizmente, as dificuldades foram passando e preciso dizer que a sua coragem, muitas vezes, foi a minha resistência para que o meu reajuste à vida nova se processasse com segurança. 
Sei que tem lutado bastante para reerguer as forças do nosso Avelino. 
Querido filho; impressionado com o inevitável, rogo a você dizer-lhe que estou bem e que espero dele e do nosso querido José Manoel a justa fidelidade aos estudos, na preparação dos dias que hão de vir, dias em que eles também, na condição de homens feitos, serão compelidos a facear os problemas que nós dois tantas vezes resolvemos juntos. 
Creio que o seu entendimento com os nossos rapazes, no alicerce destas palavras que lhes dirijo, trará o efeito que desejamos. Querida, os filhos são sempre os reflexos de nós mesmos, especialmente quando crianças ou quando se encaminham para a juventude. Alguém poderá acusar-nos por havê-los mimado com o nosso amor, entretanto, ambos; estamos tranqüilos, porque a nossa edificação a eles se, pré se baseou no imenso desejo de vê-los felizes.
Querida Lídia; não posso ser mais extenso.
Amigos que me auxiliam convidam-me a observar a minha ficha de tempo e devo terminar. 
Muito carinho aos filhos sempre queridos e guarde em seu coração a confiança total e o invariável amor de todos instantes, do esposo e companheiro que vive ao seu lado, pelos fios do pensamento.

Gratidão e afeto constantes do esposo sempre seu; 

Avelino Ginjo

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domingo, 12 de junho de 2016

Relator cita Chico Xavier em mensagem pró-impeachment

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CAPÍTULO IV - ASSUNTOS DE FÉ

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 Busca Jesus no que faças,
 Porque a vida é sempre assim: 
A semente traz o fruto, 
O começo atrai o fim. 

 MANUEL CARNEIRO 

Consultando os tempos idos,
 Li na história do insucesso: 
A lídima dos vencidos
 É o cântico ao progresso. 

 FRANKLIN DE ALMEIDA 

 Quando a maldade te agrida 
 Comprometendo-te a paz, 
 Em qualquer parte da vida, 
Humilha-te e vencerás. 

 NOEL CARVALHO 

 Vencidos não vos vingueis 
 Do mal que vos acompanha; 
 A vida trata com leis 
 A teia de cada aranha. 

 SILVEIRA CARVALHO  

 Estranha crença em 
João Luz No Retiro de Água Rasa, 
Dizia seguir Jesus 
 Mas nunca saiu de casa.

 CORNÉLIO PIRES 

 Aos chamados de Jesus 
 Para o Reino do Porvir,
 Há quem atende e trabalha, 
 Quem responde e vai dormir.

 LAMARTINE BABO 

 Quando seguires à frente 
 Conduze o bem por escolta, 
Clamarás por muita gente 
 Quando estiveres de volta.

 SILVIO FONTOURA 

Se vieste a fracassar 
 Tendo a vida ao lado avesso, 
Não adianta chorar 
 O que vale é o recomeço. 

 SEBASTIÃO LASNEAU 

 Jesus convida a milhões 
 Para os banquetes do Pai; 
Muita gente dá resposta, 
 Dá resposta mas não vai. 

 JAKS ABOAB 

 Alguém atirou à terra 
 Pesadas cargas idosas 
Mas a terra respondeu, 
 Com grande chuva de rosas. 

 MARCELO GAMA  

 Não te lamentes em vão 
 De sofrimento ou pesar, 
 Que, às vezes, mais provação
 É o jeito de melhorar. 

 JESUS GONÇALVES

Tal qual sucede na crença
 Razão que sobe de nível 
 Descobre, pesquisa e pensa 
Muita cousa intraduzível. 

 JOSÉ ALBANO 

 Raça, crença, nome, idade ... 
 Auxilia, não hesites 
 Diante da caridade, 
O apoio não tem limites. 

 CASIMIRO CUNHA

 Deixa a tristeza de lado 
 Bendizendo as próprias dores, 
O Cristo crucificado 
 É o maior os vencedores. 

 MEIMEI 

 Livro Recanto de Paz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.




CAPÍTULO III - APOIO - Emmanuel

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 Não alegues defeitos, 
Deixando de servir.

 Nem percas vida e tempo, 
 Fitando os próprios males.

Remédio em teu remédio,
 É o bem que distribuas.

 Esquece-te e confia, 
 Serviço é cura e paz.

 Cada rosa no barro, 
 É uma explosão de luz. 

 Quando te faltes força, 
Deus te sustentará.

 Livro Recanto de Paz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

CAPÍTULO II - AO SOL DO CAMPO - Auta de Souza

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 CAPÍTULO II 

AO SOL DO CAMPO

 Auta de Souza 

 Prossegue, semeador, alçando monte acima, A plantação da fé na gleba da esperança, Ara, semeia, aduba, e, intimorato, avança, Consagrado a servir no sonho que te arrima.

 Não aguardes lauréis de transitória estima E se a nuvem de angústia e lágrimas te alcança, Deténs na própria fé refúgio e segurança No grande espinheiral de amor que te sublima.

Vara vento, granizo, injúria, lama, prova E espalha, aqui e além, a paz que te renova, No tempo a recordar solo vivo e fecundo.

 Ama, serve e constrói! ... Onde lidas e esperas, Trazes contigo a luz dos gênios de outras eras Que promovem, com Cristo, a redenção do mundo.

 Livro Recanto de Paz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

ALGUÉM NA ESTRADA

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 CAPÍTULO I 

 ALGUÉM NA ESTRADA 


 Auta de Souza 


 Alguém te espera o amor, estrada afora, Seja o dia translúcido ou cinzento, Para extinguir a sobra e o sofrimento, Nas empedradas trilhas de quem chora!... 

Não te detenhas!... Vem!... O tempo é agora, Há quem te arrase ao temporal violento, E corações ao frio, à noite e ao vento Ante a descrença que se desarvora... 

Vem à estrada do mundo!... Ampara e ama!... Esclarece e consola, alça por chama, O próprio coração fraterno e amigo!... 

 Esse alguém é Jesus que te abençoa!... Trabalha, serve, esquece-te, perdoa E o Mestre Amado seguirá contigo!...


 Do livro Recanto de Paz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

NO DOMÍNIO DAS PALAVRAS - Do Livro Reflexões para vida - Francisco Cândido Xavier - Emmanuel

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 Fala e conhecer-te-ão. 

 *

 Referes-te aos outros quanto ao que está em ti mesmo. 

 * 

 A palavra é sempre o canal mais seguro pelo qual te revelas. 

 * 

 A frase de esperança é um jorro de luz.

 * 

 O que notas de bem ou de mal na vida de alguém é complemento de teu próprio eu. 

 * 

 Comentários sobre os outros, no fundo, são exposições daquilo que carregas contigo. 

 * 

 Quase que imperceptivelmente apenas falamos daquilo que já conseguimos aprender. 

 * 

 O que vimos nas estradas alheias é o que está em nossos próprios caminhos. 

 *

 Quem fala sem o coração naquilo que fala não alcança o coração que deseja atingido. 

 * 

 Quando quiseres ser visto não uses a queixa para semelhante exibição; trabalha em silêncio e serás visto com mais segurança. 

 * 

 A palavra mais cruel é aquela que se usa destruindo o bem. 

 * 

 Não te refiras ao infortúnio porque a felicidade de quem sofre talvez chegue amanhã. 

 * 

 Se o verbo não está iluminado de compreensão e de amor, a conversa será sempre inútil. 

 * 

 Quem se propõe a iluminar não menciona qualquer ingrediente das trevas.

 *

 Nunca te arrependerás de haver dito uma boa palavra. 

 * 

 Nada ensines destacando o mal, pelo simples prazer de salienta-lo, porque os teus ouvintes serão hipnotizados pelas imagens com as quais não desejarias prejudica-las. 

 * 

 Quem perdoa não deve reportar-se à dívida que foi liquidada, sob pena de abrir nova ferida no coração daquele que se lhe fez devedor. 

 * 

 Criteriosa dieta na conversão é saúde no espírito. 

 * 

 A palavra indulgente é vacina contra muitos males. 

 * 

 Discutindo talvez esclareças, mas servindo convences.

 *







sexta-feira, 10 de junho de 2016

CARTA AOS CRENTES NOVOS - Casemiro Cunha

Do Livro - CARTAS DO EVANGELHO - FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER Ditados pelo Espírito

 Casemiro Cunha 

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CARTA AOS CRENTES NOVOS


 Casemiro Cunha 


 Casemiro Cunha Amigo, chegas agora,

Do mundo de sombra e dor,
 Para o banquete sublime De luz do Consolador.
 Já sei que sentes o fogo Da crença e da devoção,
Desejando desdobrar O esforço de salvação.

Vibra na paz de tua alma

O desejo superior,
De espalhar em longos jorros
 A fonte de teu amor.

Mas, ouve. Acalma a ansiedade,

 Porque no mundo infeliz,
Cada qual tem sua chaga
 Em vias de cicatriz.

Nesse número de enfermos,

Não te esqueças de contar
Os próprios irmãos do sangue
 Que o céu te manda ajudar.

Todo esse fogo da fé

Não desperdices a esmo,
Busca aplicar seu calor
Na perfeição de ti mesmo.

Tão grande é o penoso esforço

Da última redenção,
Que não basta uma só vida
Pela própria conversão.

Acham muitos que a doutrina

Para ensinar ou vencer,
 Precisa de certos homens
Do galarins do poder.

Mas, eu suponho o contrário.

Em seu anseio de luz,
O homem é que precisa
Da doutrina de Jesus.

Em se tratando de crenças,

Nunca venhas a olvidar

 Que o Sol nunca precisou

Dos homens para brilhar.

Fala pouco. Pensa muito.

Sobretudo, faze o bem.
A palavra sem a ação
Não esclarece a ninguém.

Não guardes muita ansiedade

 Se o Evangelho te conduz.
 Lembra que dura há milênios
 A esperança de Jesus.
Que o Sol nunca precisou
Dos homens para brilhar.

Fala pouco. Pensa muito.

Sobretudo, faze o bem.
A palavra sem a ação
Não esclarece a ninguém.

Não guardes muita ansiedade

Se o Evangelho te conduz.
 Lembra que dura há milênios
 A esperança de Jesus.

Horas difíceis - Pensamentos como este você encontra em "O Livro de Respostas". Pelo Espírito: Emmanuel. Médium: Francisco Cândido Xavier.

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Pelo Espírito:  Emmanuel. Médium: Francisco Cândido Xavier.

 Provável estejas atravessando as horas difíceis que não aguardavas. 

Querias o empréstimo de recursos amoedados, para acertar os próprios negócios e os amigos falharam. 

Perdeste todos os haveres num investimento que te parecia importante e que resultou em fracasso. 

Colocaste todas as esperanças num filho querido que te trocou por aventuras inferiores. 

Pessoas amadas deixaram-te a sós, afastando-se junto daqueles mesmos que te recebiam apreço e confiança. 

Companheiros de ontem surrupiam-te hoje as vantagens e os bens. 

Apoiavas-te no afeto e na dedicação de alguém que a morte transferiu de plano, impondo-te desajuste e solidão. 

Se essas horas de crise te surgiram na existência, não te desanimes e nem te desesperes. Ergue a fronte para o alto e conta com Deus.

Palavras de Chico Xavier (OLIVIA ESPÍRITA)

Acesse: Palavras de Chico Xavier (OLIVIA ESPÍRITA)



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JESUS E PUREZA - MENTORES E SEAREIROS - FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER ESPÍRITOS DIVERSOS

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 JESUS E PUREZA 



 Se foges de quantos se aprisionam ainda à trama do vício, a pretexto de garantir a virtude, lembra-te de Jesus que trazia consigo a pureza por excelência. 

 Porque exprimisse a Glória Excelsa, não recusou nascer no estábulo humilde, convertendo a estrebaria singela em sublime revelação, sob a luz de uma estrela. 

 Porque a simplicidade Lhe fulgisse no ser, não se negou a falar com os doutores do Templo, elucidando-lhes o cérebro hipertrofiado de orgulho, quanto às sagradas leis do destino.

 Porque fosse imaculado de intenção e conduta, não se furtou de socorrer a Madalena que claudicava na sombra, dela fazendo a mensageira triunfante. 

 Porque expressasse o mais alto expoente da Luz Divina, de modo algum se afastou de quantos, paralíticos e enceguecidos, leprosos e dementados, se mantinham no mais baixo nível da treva, humana, restaurando-lhes a esperança para a vida melhor. 

 Porque andasse engolfado nas cogitações do Reino do Amor, que lhe absorviam todo o tempo no mundo, não deixou de encontrar ensejo para afagar os filhos do sofrimento e as crianças sem rumo, refazendo-lhes o caminho.

 Porque exaltasse o desinteresse, não desprezou Zaqueu, cujas mãos se azinhavravam na usura, guiando-lhe o raciocínio para a Senda Superior. 

 Porque brilhasse, leal a Deus, não desterrou Judas, o aprendiz infiel, da escola de trabalho em que se lhe desdobrava o ministério de redenção. 

 Porque se erigisse em baluarte de integridade e segurança, não desamparou Simão Pedro, segregado nas armadilhas da negação. 

 E, por fim, porque se mostrasse erguido à vitória da Suprema Ressurreição, não se encastela nos domínios celestiais, mas volta, depois, do túmulo, ao convívio dos desertores e dos ingratos, dos criminosos e dos verdugos que lhe haviam içado o coração no madeiro afrontoso da morte, prometendo-lhes amorosa assistência até o fim do séculos. 

 Não confundas, assim, pureza com solidão, nem virtude com desserviço. 
 Estende os braços para auxiliar e convive com todos aqueles que jornadeiam em teu caminho, ofertando-lhes o melhor, porque o bem verdadeiro não consiste em te ocultar do mal, mas sim em fazer do mal a lição para o bem.

Emmanuel


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